Quarta-feira, 07.12.11

Terminou hoje, com uma conferência de Maria Helena da Rocha Pereira, Professora Catedrática Jubilada da Universidade de Coimbra, o primeiro Colóquio Internacional A Literatura Clássica ou os Clássicos na Literatura.

O balanço é, por diversos motivos, positivo. O interesse que o tema despertou no público (universitário, mas não só), a qualidade das comunicações feitas e os próprios oradores, o recital de Luís Miguel Cintra e a mesa-redonda com Hélia Correia, José Mário Silva, Manuel Alegre, Mário de Carvalho e Vasco Graça Moura são prova disso. (Sobre a mesa-redonda, ver a notícia de Isabel Coutinho, do Público).

Tive o privilégio de pertencer à equipa que sonhou, idealizou e montou este encontro científico de primeira água. Foi uma honra.



publicado por Ricardo Nobre às 23:40 | referência | comentar

Quarta-feira, 09.11.11

Manuel Alegre, Vasco Graça Moura, Mário de Carvalho e Hélia Correia são algumas das presenças confirmadas na mesa-redonda de poetas e prosadores, a realizar no próximo dia 6 à tarde da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

E de facto, por esses dias, entre 5 e 7 de Dezembro, diversos académicos de 10 universidades diferentes expõem os seus trabalhos e debatem alguns resultados sobre a sua investigação e reflexão acerca da Literatura Portuguesa. O objectivo é auscultar a nossa literatura, das origens à contemporaneidade, naquilo que ela tem de mais clássico, no verdadeiro sentido do termo. O colóquio internacional A Literatura Clássica ou os Clássicos na Literatura: uma (re)visão da Literatura Portuguesa das origens à contemporaneidade começa com conferências sobre Ruy Belo e Nuno Júdice (que estará presente), por Aires Nascimento (Univ. de Lisboa) e Paolo Fedeli (Univ. de Bari, Itália), respectivamente e encerrará, quase à hora de almoço do dia 7, com uma conferência de Maria Helena da Rocha Pereira (Univ. de Coimbra) sobre Hélia Correia. Pelo meio, outros professores e investigadores de Lisboa e Coimbra, e da Universidades de Oxford, do Porto, de Aveiro, de Évora, Aberta, Católica, do Minho, etc., falam de D. Duarte, do Cancioneiro Geral, de Camões, António Fereira, Bocage, Camilo Castelo Branco, Miguel Torga, Sophia, Gonçalo M. Tavares, entre tantos outros.

Tudo isto no Anfiteatro III da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Para mais informações, consultar a página do colóquio.



publicado por Ricardo Nobre às 08:00 | referência | comentar

Terça-feira, 07.07.09

Acaba de sair o segundo volume de Conto Português — Antologia Crítica, que reúne contos de autores portugueses dos séculos XIX, XX e XXI (Porto: Caixotim, 2009). As organizadoras, Isabel Rocheta e Serafina Martins, são Professoras da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tal como alguns dos colaboradores que escrevem as leituras críticas que acompanham cada um dos oito contos, mas a diversidade de origem académica e de gerações é evidente: Gonçalo Cordeiro, Clara Rocha, Teresa Martins Marques, José Augusto Cardoso Bernardes, Patrícia Cardoso, Annabela Rita, além das organizadoras.

O acolhimento de uma obra de natureza antológica suscita sempre várias interrogações quanto ao critério que preside à selecção dos textos. As organizadoras defendem-se deste tipo de observações alegando terem um corpus em aberto, já que estão previstos outros volumes (cf. p. 12). Na página 10:

“ponderámos, por um lado, a qualidade das narrativas, por outro, a distribuição dos autores no perímetro cronológico considerado, por outro lado ainda, a adequação dos contos a um público alargado, incluindo jovens a partir dos quinze anos. Este último critério não poderia ser descurado, pois pensamos que estes livros, para além de motivadores para o público culto em geral, interessam a estudantes de Português do ensino secundário e universitário e muito particularmente a professores de língua materna, pois neles se dispõem, lado a lado, contos de temática variada e ensaios que pretendem, antes de mais, constituir uma leitura crítica e fundamentada.”

O volume inclui os contos “O canto da sereia”, de Júlio Dinis, “Civilização”, de Eça de Queirós (mais do que aquele que foi incluído no volume anterior, “José Matias”, este é um conto de uma importância imensa para a história da literatura e da criação literária, pois está na base de A Cidade e as Serras); “A estranha morte do Prof. Antena”, de Mário de Sá-Carneiro, “O vestido cor de fogo”, de José Régio (o autor da Presença do volume anterior havia sido Branquinho da Fonseca); “Natal”, de Miguel Torga (conto conhecidíssimo que merece sempre releitura), “Teorema”, de Herberto Hélder, “O recolhimento”, de M. Ondina Braga, e “Cidades”, de Teolinda Gersão.

As leituras críticas (recorde-se que a obra se chama Antologia Crítica) que acompanham cada um dos contos oferecem não só interpretações com que podemos confrontar as nossas (é, aliás, um desafio que é lançado logo na introdução), mas também se assumem como ensaios inestimáveis para as bibliografias críticas dos autores em análise. Claro que a diversidade destes autores (esta observação tem muito pouco que ver com a idade ou universidade de origem dos académicos) traz um problema de falta de unidade de critério na referência bibliográfica (se é uma obra também destinada ao ensino secundário seria bom assumir uma vertente didáctica neste aspecto), até porque, por exemplo, as indicações bibliográficas de páginas da internet obedecem a critérios específicos de citação, não bastando escrever a morada, mas indicando o autor do texto, o título, se tiver, e a data da consulta. Para não dizer que usar edições disponíveis na internet é um mau exemplo para os alunos…

 

Um estudioso da literatura necessita ter sempre uma ferramenta com que trabalhar, ou seja, só se pode trabalhar um texto em condições se tivermos ao nosso dispor boas edições, e esta passa a ser, sem dúvida, uma ferramenta imprescindível para o estudo do género conto em Portugal, contribuindo para o aumento da qualidade do estudo (e ensino) da literatura portuguesa.



publicado por Ricardo Nobre às 09:32 | referência | comentar

Sábado, 21.03.09

Notícia do DN, com emendas e supressões:

Grandes Livros é a primeira série documental de televisão em Portugal que dedica cada um dos seus 12 episódios a uma obra-prima da literatura nacional e ao seu autor (...). O primeiro episódio tem estreia marcada para o próximo dia 27 de Março, a partir das 21h15.

Os Maias, de Eça de Queiroz; O Delfim, de José Cardoso Pires; Os Lusíadas, de Luís de Camões; Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco; Navegações, de Sophia de Mello Breyner; Peregrinação, de Fernão Mendes Pinto; Sermão de Santo António aos Peixes, de Padre António Vieira; Aparição, de Vergílio Ferreira; Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa; Sinais de Fogo, de Jorge de Sena; Viagens na Minha Terra, de Almeida Garrett; Mau Tempo no Canal, de Vitorino Nemésio - são estas as obras e os autores escolhidos para a série que o canal vai dedicar à literatura, e que terá narração de Diogo Infante.

Apesar de serem só 12 obras e 12 autores, parece-me uma selecção muito justa.



publicado por Ricardo Nobre às 09:07 | referência | comentar

Domingo, 22.02.09

Paula Moura Pinheiro recebe esta noite, no seu Câmara Clara, Rui Mário Gonçalves e Aires Almeida para debaterem o surrealismo português e não só. Promete ainda falar de Edgar Allan Poe e Harold Pinter. Em homenagem, transcrevo o poema "Pastelaria", de Mário Cesariny (1923-2006):

Afinal o que importa não é a literatura
nem a crítica de arte nem a câmara escura

Afinal o que importa não é bem o negócio
nem o ter dinheiro ao lado de ter horas de ócio

 

Afinal o que importa não é ser novo e galante
— ele há tanta maneira de compor uma estante

 

Afinal o que importa é não ter medo: fechar os olhos frente ao precipício
e cair verticalmente no vício

 

Não é verdade rapaz? E amanhã há bola
antes de haver cinema madame blanche e parola

 

Que afinal o que importa não é haver gente com fome
porque assim como assim ainda há muita gente que come

 

Que afinal o que importa é não ter medo
de chamar o gerente e dizer muito alto ao pé de muita gente:
Gerente! Este leite está azedo!

 

Que afinal o que importa é pôr ao alto a gola do peludo
à saída da pastelaria, e lá fora — ah, lá fora! — rir de tudo

 

No riso admirável de quem sabe e gosta
ter lavados e muitos dentes brancos à mostra

 



publicado por Ricardo Nobre às 15:21 | referência | comentar

Sexta-feira, 31.10.08

A Biblioteca Nacional adquiriu no último sábado diversos documentos autógrafos pertencentes ao espólio dos escritores Afonso Lopes Vieira, António Correia de Oliveira, António Feijó, António Feliciano de Castilho, Camilo Castelo Branco, Eugénio de Andrade, Fialho de Almeida, e Joaquim de Araújo. A notícia pode ser lida no Jornal de Notícias.



publicado por Ricardo Nobre às 07:21 | referência | comentar

Domingo, 19.10.08

O título que Amélia Pinto Pais escolheu para o seu novo livro celebra o talento artístico-literário do missionário jesuíta que se tornou um dos melhores autores da literatura portuguesa.

Padre António Vieira: O Imperador da Língua Portuguesa destina-se aos mais novos, mas tal como noutros casos penso que o público não deve ser restrito a crianças. Mais do que um livro de divulgação, é um livro que abre o gosto.



publicado por Ricardo Nobre às 08:04 | referência | comentar

Quinta-feira, 28.08.08

É inaugurada dia 30 de Setembro a exposição Weltliteratur, sobre literatura portuguesa e outras formas de expressão artística como a fotografia e a pintura:

A Fundação Calouste Gulbenkian inaugura a 30 de Setembro uma exposição sobre literatura que mostra textos literários e documentos em conjunto com quadros, esculturas e fotografias, procurando estabelecer ligações entre uns e outros.

"Weltliteratur - Madrid, Paris, Berlim, S. Petersburgo, o Mundo!" é a designação dada a esta mostra, associando uma expressão de Goethe a um verso de Cesário Verde.

O professor universitário António M. Feijó é o comissário da mostra, que ficará durante três meses na galeria de exposições temporárias da Fundação Gulbenkian.

Ao longo de 11 salas concebidas pelos arquitectos Francisco e Manuel Aires Mateus pretende-se mostrar a literatura portuguesa do Mundo e os autores da geração de Fernando Pessoa.

A exposição "é sobre Fernando Pessoa e alguns contemporâneos, alguns previsíveis, como é o caso de Mário de Sá-Carneiro, Almada, etc... mas outros que o não são", indicou António M. Feijó numa entrevista publicada na revista mensal da Gulbenkian.

"Um deles é Teixeira de Pascoaes", continuou, indicando ainda os nomes de Camilo Pessanha, "que é de uma geração anterior", e de Vitorino Nemésio, "que aparece como expoente de toda a grande poesia pós-Pessoa".

Segundo o comissário, a exposição "tem presentes as obras de que se fala nos textos - pintura, escultura, fotografia, mas também tem manuscritos, vídeos".

Sobre a convivência entre os vários objectos, Feijó apontou, por exemplo, um poema de Jorge de Sena que "descreve um quadro anónimo que está no Museu de Arte Antiga".

"Podemos trazer essa peça, e fizemo-lo, e pôr o poema em presença", explicou.

Para o arquitecto Manuel Aires Mateus, esta "é uma exposição sobre o prazer da literatura, a descoberta do prazer da cultura".

"É um convite à ideia de ler", reforçou.

Fonte: Lusa via Jornal de Notícias.

 



publicado por Ricardo Nobre às 07:00 | referência | comentar

Domingo, 06.04.08
Começou hoje a ser distribuída com o Jornal de Notícias mais uma colecção de livros. Agora é a vez dos Clássicos da Literatura Portuguesa que, como quaisquer outros clássicos, só estão disponíveis para compra mediante a estratégia da distribuição com jornal.
Apresentam-se agora os títulos e o calendário de distribuição.
Domingo, 6 de Abril: A Cidade e as Serras (Eça de Queirós);
Terça-feira, 8 de Abril: A Queda dum Anjo (Camilo Castelo Branco);
Quinta-feira, 10 de Abril: O Arco de Santana (Almeida Garrett);
Sábado, 12 de Abril: Sermão de Santo António aos Peixes (Padre António Vieira);
Domingo, 13 de Abril: Peregrinação (Fernão Mendes Pinto);
Terça-feira, 15 de Abril: As Máscaras do Destino (Florbela Espanca);
Quinta-feira, 17 de Abril: Eurico o Presbítero (Alexandre Herculano);
Sábado, 19 de Abril: Cartas a Luísa. Arabesco (Maria Amália Vaz de Carvalho);
Domingo, 20 de Abril: Auto da Barca do Inferno (Gil Vicente);
Terça-feira, 22 de Abril: As Pupilas do Sr. Reitor (Júlio Dinis);
Quinta-feira, 24 de Abril: Viriato (Teófilo Braga);
Sábado, 26 de Abril: O País das Uvas (Fialho de Almeida);
Domingo, 27 de Abril: Menina e Moça (Bernardim Ribeiro);
Terça-feira, 29 de Abril: Húmus (Raul Brandão);
Quinta-feira, 01 de Maio: Carta a El-Rei D. Manuel sobre o Achamento do Brasil (Pêro Vaz de Caminha);
Sábado, 03 de Maio: Os Meus Amores (Trindade Coelho);
Domingo, 04 de Maio: Histórias Cor-de-rosa (Ramalho Ortigão).

Como já aqui tenho acentuado, a selecção, como em qualquer antologia, é discutível, e por isso escuso-me a mais comentários, porque há autores menores em vez de autores maiores e há textos menores de autores maiores em vez de textos maiores.
Os livros (edição da Quid Novi) são em formato bolso, e é necessária lupa para uma leitura eficaz. No entanto, são oferecidos com o jornal.


publicado por Ricardo Nobre às 15:50 | referência | comentar

Quinta-feira, 03.04.08

Carregue na imagem para ampliar.



publicado por Ricardo Nobre às 22:33 | referência | comentar

Segunda-feira, 11.02.08
A novidade editorial do mês é a reedição, da Verbo, da obra da Professora Maria Helena da Rocha Pereira, Temas Clássicos na Literatura Portuguesa. Ninguém negará a forte influência que a tradição clássica exerceu nos nossos poetas, em todos os tempos, de Correia Garção a Ricardo Reis, de António Ferreira a Bocage. Este volume, reedição de 1972, estuda essas relações e influências.
Da autora, penso que nada há a dizer que não se saiba já: Professora Catedrática (a primeira mulher a assumir esse grau) Jubilada (1995) da Universidade de Coimbra, é autora de uma extensa obra sobre literatura grega e cultura clássica. As suas diversas traduções de Platão, Sófocles, Píndaro, etc., etc., são por todos consideradas modelo.


publicado por Ricardo Nobre às 19:15 | referência | comentar

Quarta-feira, 06.02.08
As iniciativas que marcam a celebração do aniversário do Padre António Vieira são tantas que não me será possível enumerá-las todas aqui. Por isso, escolho as principais.
Na Antena 2, o Páginas de Português foi sobre o Padre António Vieira. Pode ouvir-se aqui. Na mesma rádio, ouviu-se um especial sobre a efeméride.
Ao longo da emissão de hoje, a TSF passa excertos do Sermão de Santo António aos Peixes, declamado por Ary dos Santos. Fernando Alves dedicou os seus Sinais ao autor: ouvir aqui.
Numa iniciativa do Centro Nacional de Cultura, o eléctrico 28 transforma-se, a partir das 3h da tarde, no Eléctrico Vieira.
No Centro Cultural de Belém, às 21h30, há o concerto Foi-nos um céu também, como parte integrante das comemorações.
O PÚBLICO de hoje trouxe um especial sobre António Vieira, de António Marujo. Também o Diário de Notícias dá grande destaque ao centenário, estudando a mulher na obra de Vieira e chamando-o mestre da língua portuguesa.
Na SIC, o autor é assim evocado: "Assinalam-se hoje os 400 anos do nascimento do Padre António Vieira. Jesuíta, missionário e diplomata, ficou na História portuguesa e brasileira como um grande prosador e defensor dos direitos humanos."
A RTP cita a Lusa, que lembra que "[a]s comemorações oficiais do IV centenário do nascimento do padre António Vieira arrancam hoje com um conferência do ensaísta Eduardo Lourenço intitulada "Do Império do Verbo ao Verbo como Império" e uma alocução do Presidente da República, Cavaco Silva."


publicado por Ricardo Nobre às 14:07 | referência | comentar

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Alcaida
contracto
contrato
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de mais
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