Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Em Arruda dos Vinhos.



publicado por Ricardo Nobre às 21:33 | referência | comentar

O Acordo Ortográfico de 1990 está em vigor no Brasil há seis meses. Aquele país pede a Portugal que ponha em vigor a nova ortografia o quanto antes.



publicado por Ricardo Nobre às 21:32 | referência | comentar

Que lugar haverá ainda, (…) que região do mundo que não esteja repleta do nosso sofrimento? (…) Estão aqui também as recompensas devidas à glória, estão as lágrimas pela sorte dos homens, e a efemeridade da vida impressiona o espírito.

Quis iam locus (…)/ quae regio in terris nostri non plena laboris?/ (…) Sunt hic etiam sua praemia laudi;/ sunt lacrimae rerum et mentem mortalia tangunt.

Vergílio, Eneida 1.459-463 (trad. Luís Cerqueira)

 

A Eneida é, para alguns, o mais belo poema da literatura universal.



publicado por Ricardo Nobre às 21:22 | referência | comentar

Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Aqui.



publicado por Ricardo Nobre às 13:12 | referência | comentar

Domingo, 21 de Junho de 2009

Por ocasião do quinto aniversário da morte de Sophia de Mello Breyner Andresen (que será dia 5 de Julho), Alexandra Lucas Coelho escreveu no P2, do Público, sobre o mundo da escritora. De lá, cito alguns excertos:

(…) Sentada em cima de um molho de cabos, Sophia de Mello Breyner Andresen escreve na primeira página de um caderno escolar: “11 de Setembro de 1963. Navegamos sem um balanço. Mar azul, céu azul, ilhas azuis enevoadas.” E então vê a ilha de Ulisses à sua frente: “Ítaca aparece, vai-se desenhando: verde, até ao mar, despovoada, quase sempre.”
É a sua primeira vez na Grécia.
“Piso às quatro e meia a terra grega. Entrada maravilhosa à saída de Patras. Vamos rente ao mar entre oliveiras e ciprestes e montanhas azuladas. Calor leve, ar perfumado. As montanhas ligam a terra ao Olimpo. Paramos e vou molhar os pés, as mãos, os braços e a cara no mar. A água é maravilhosa, transparente e fresca. Bebo-a. É muito salgada. É a paisagem mais maravilhosa que vi na minha vida.”
Sophia tem 43 anos. Já leu a Grécia em Homero, nas tragédias de Sófocles, Ésquilo e Eurípides, na História de Arte — mas agora está lá. Pode tocar-lhe, comê-la à beira da estrada com queijo de cabra, tomate, pepino e azeitonas. Bebê-la no vinho branco de resina. Entrar na pedra como no mar: “De manhã voltei à Acrópole sozinha. Escrevi Sophia, Setembro de 1963, numa parede do Parténon, na frontaria, à direita, numa reentrância. Coisa bárbara e selvagem mas que tive de fazer.” Este caderno pautado, comprado em Itália, é um diário de viagem, um dos muitos que Sophia escreveu, esquecendo uns, enchendo outros com poemas e anotações. Cinco anos depois da sua morte, o P2 folheia-os numa sala do Centro Nacional de Cultura (CNC), em Lisboa.
A casa da Travessa das Mónicas, à Graça, onde a poeta viveu com Francisco Sousa Tavares e os cinco filhos durante décadas, foi vendida em 2006. Cadernos, cartas e outros papéis ficaram à guarda da filha mais velha, Maria, também poeta e professora da Faculdade de Letras, até serem ordenados para doação à Biblioteca Nacional (BN).
É isso que agora está a ser feito no CNC. Em três visitas ao espólio, o P2 leu diários, cartas e poemas nunca mostrados. E a partir de alguns fragmentos ouviu histórias contadas por dois dos filhos, Maria, no CNC, e Miguel Sousa Tavares, fora do espólio. (…)
Na primeira viagem à Grécia, Agustina Bessa-Luís e o marido, Alberto Luís, são os companheiros de Sophia. Miguel Sousa Tavares lembra-se “de a ver partir da Granja no Volkswagen preto da Agustina”.
A par da correspondência com Jorge de Sena, já publicada, as cartas de Agustina são talvez o conjunto mais extenso no espólio de Sophia. “A minha mãe tinha uma grande admiração literária pela Agustina. Gostava do seu lado visionário.” Foram amigas quase contranatura, como espécies humanas distintas, e essa tensão atravessa o diário grego. Vinte dias juntas, de carro e de barco. Toda uma revelação do mundo por contraponto.
(…) “Ao fim da tarde fomos à Acrópole. Beleza inigualável, leve brisa, mar brilhando ao longe. Maravilhoso o enquadramento na paisagem. Mar de pedras à roda do Parténon. Tirei muitas fotografias. Mas tal como o Ulisses estou sempre a pensar na minha casa.” Sozinha no teatro de Epidauro, diz palavras gregas. E aí nasce um dos seus poemas breves mais fortes: “Oiço a voz subir os últimos degraus / Oiço a palavra alada impessoal / Que reconheço por não ser já minha.”
(…) De uma viagem ao Brasil, em 1966, trouxe a mais irrepetível das prendas, um caderno cheio de poemas para Maria. Abrimos e aparecem Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira já com a letra a tremer, Murillo Mendes, Vinicius de Moraes (“Difícil é escrever para você, Sophia / Porque você é menina / Porque você é poeta / Porque você vem de longe, de tão longe / Que a sua luz não pára nunca de chegar-nos”).
O do Vinicius foi escrito em Lisboa, explica Maria. “Ele foi uma noite lá a casa e eu convidei os meus amigos da faculdade, o Luís Miguel e o Diniz Cintra, o Nuno Júdice, o Jorge Silva Melo...”
E também há portugueses: Ruy Cinatti (“Sophia, maga florida”), Alexandre O'Neill , Lindley Cintra. Há Vieira da Silva numa aguarela verde. Cargaleiro a lápis de cera. Um desenho de José Escada. Uma pauta de Fernando Lopes Graça para um poema de Sophia. (…)
Além das de Sena e de Agustina, as cartas para Sophia enchem duas caixas de arquivo no espólio.
De Eugénio de Andrade há cartas, postais, poemas e textos, como aquele que diz: “De repente ouvia-se uma voz: Onde está a Sophia? Não havia Sophia, mas o ar era fresco como se atravessássemos uma alameda de tílias.”
Seguem-se, entre outros, John Banville, Mário Cláudio, Ruy Cinatti, Maria Velho da Costa, Ángel Crespo, Fernando Lopes Graça, Ernesto Melo e Castro. As muitas cartas de Alberto de Lacerda estão entre as favoritas de Maria.
Uma carta enviada de Santarém a 5 Junho de 1962 termina assim: “Nunca lhe contei? Uma tarde na ilha da Madeira, tinha eu a idade maravilhosa que já não sei, descobri numa livraria o seu Poesia. E foi um dos mais belos encontros da minha vida. Não há aqui literatura. Tudo isto é verdadeiro. Seu muito admirador. Herberto Helder.” (…)
Teixeira de Pascoaes, em 1944: “O seu livro deu-me um ‘frisson nouveau’. Esta frase é de Victor Hugo, ao acabar de ler As Flores do Mal, de Baudelaire. (…)”
José Régio, Júlio Resende, António Ramos Rosa, José Saramago, Agostinho da Silva.
Muitas cartas de Miguel Torga. Em 1957: “Não há dúvida que os deuses gostam de si, pelo menos tanto como os mortais.”
E muitas cartas de Vieira da Silva. Em 1968: “O seu artigo é exactamente o que eu quero ser e não sei se sou. Mas se a Sophia o diz deve ser verdade.”
Ao todo, são 70 caixas de arquivo, com poesia e prosa (éditos e inéditos), agendas, cadernos, correspondência, folhetos, livros com notas. (…)
A biblioteca de Sophia está na garagem do filho mais novo, Xavier, e vai ficar para o filho mais velho, Miguel. (…) Sophia, diz Maria, não tinha o culto da biblioteca. “Dava e desfazia-se de muitos livros, porque queria reduzi-los ao essencial.” Qual é então o essencial de Sophia? “Muita coisa sobre a Grécia. Várias traduções da Ilíada e da Odisseia em francês e português — e ela teria adorado as traduções de Frederico Lourenço. Muito teatro grego, Platão, muita história de Roma. Depois, romance russo, Tolstoi, Tchekhov, em francês. Shakespeare todo no original. Cesário. Fernando Pessoa foi uma época. Cecília Meireles. João Cabral, de quem ela gostava imenso, era o seu grande poeta. Depois, gostava muito de poesia espanhola, Lorca, Antonio Machado, Alberti. Poesia medieval francesa que deve ter lido muito nova. A lírica de Camões. Byron. Várias biografias. Hölderlin, nas traduções de Paulo Quintela e em francês. Os simbolistas franceses mas sobretudo o Rimbaud. Sabia de cor imensa coisa de São João da Cruz. Adorava Teixeira de Pascoaes. Jorge de Sena, tudo.”
O espólio será doado à BN até Abril de 2010, na sequência de conversas com o director, Jorge Couto, pensa Maria Sousa Tavares. “Por essa altura queria fazer um colóquio internacional.”
É Maria, como representante da família, quem dirige o projecto do espólio. Luísa Sarsfield Cabral colabora na classificação e Manuela Vasconcelos, que trabalhou 10 anos no Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea da Biblioteca Nacional, coordena o trabalho de inventariação: “Entre Setembro e Dezembro vou começar a descrever os materiais e a fazer um guia preliminar.” Além de ser um espólio literário, sublinha, é “rico para a história política, com circulares, folhetos, intervenções”. (…)
Os cinco anos sobre a sua morte cumprem-se dia 5 de Julho. Já no dia 2, numa iniciativa da Câmara de Lisboa organizada por Manuela Júdice, o Miradouro da Graça passará a chamar-se Miradouro Sophia de Mello Breyner Andresen, com um arranjo de Gonçalo Ribeiro Telles.


publicado por Ricardo Nobre às 20:43 | referência | comentar

Perdia todo o interesse.



publicado por Ricardo Nobre às 09:29 | referência | comentar | ler comentários (1)

A notícia da Agência Lusa que informa sobre o renovar das esperanças de que os mármores do templo de Palas na Acrópole de Atenas, que se encontram em Londres, regressem à Grécia, tem escrito Partenón. No Diário de Notícias, lê-se Parténon. Seria de esperar a grafia Pártenon, em obediência às regras de acentuação latina; isto porque as palavras gregas, para serem aportuguesadas, são transliteradas para latim (Παρθενών = Parthĕnon), recebendo desta língua o acento: como a vogal da penúltima sílaba (o e) é breve, o acento recai na antepenúltima (se o e fosse longo, a palavra seria grave, hipótese que o Diário de Notícias inexactamente sugere).



publicado por Ricardo Nobre às 09:13 | referência | comentar

As bibliotecas digitais, de acesso livre e universal, continuam a crescer. A Brasiliana, da responsabilidade da Universidade de São Paulo, está no ar há alguns dias e tem disponíveis para consulta livros e documentos sobre o Brasil, incluindo preciosidades como os sermões do Padre António Vieira e o dicionário de Bluteau (que é o primeiro dicionário da língua portuguesa).



publicado por Ricardo Nobre às 08:00 | referência | comentar

Sábado, 20 de Junho de 2009

Ainda no meio da polémica sobre a devolução dos mármores do Pártenon, que os ingleses guardam no British Museum (porque os compraram em 1817), abre ao público o novo Museu da Acrópole. No novo museu ficam dispostas reconstruções dessas peças. (O argumento inglês sobre a falta de condições de preservação daquelas peças fica, assim, sem efeito.)

O museu da Acrópole é um edifício de vidro e betão com três andares, de estilo moderno e pouco "clássico", que irá acolher um espólio riquíssimo para a cultura europeia (cerca de 350 esculturas e artefactos). O ministro da cultura grego afirmou que o museu é um símbolo da Grécia moderna que presta homenagem aos seus antepassados.

Fonte: BBC News.



publicado por Ricardo Nobre às 08:35 | referência | comentar

Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

Até há uns anos, o ensino da língua portuguesa fazia-se exclusivamente por meio da literatura. Vieram teorias e contrateorias sobre o ensino da língua materna e parece que a língua que deve ser ensinada é a da outra norma: a o dia-a-dia, a norma da televisão e dos jornalistas. O ensino da língua deixa de ser feito por meio de obras de arte, do apelo à imaginação e criatividade; o ensino passou a deixar de desafiar, de sugerir, para simplesmente fazer ver como é a língua, e não como deveria ser.

Foi de dentro das universidades que saiu esta mudança: enquanto a filologia conhecia uma feroz cisão entre linguística (actualmente o curso de linguística da Faculdade de Letras de Lisboa chama-se “Ciências da Linguagem”) e literatura (já há universidades em que há departamentos de “ciências literárias”), surgiam as “ciências da cultura”, que ninguém sabe ainda muito bem o que é — porque não é nada.

Como em todas as revoluções, caiu-se em extremos. A escola deixa a literatura para um papel de tal maneira secundário que é possível fazer as cadeiras de português sem ter lido uma linha de Saramago (nem as perguntas dos exames o exigem — agora também se disserta sobre “cultura” e o quotidiano).

Tem havido a tentativa por parte de muitos de que se volte a ensinar literatura — que pode coexistir com aquilo que a linguística considera a norma. É preciso fazer ver que a escola tem o dever de ser normativa, dar regras, e não divagar sobre a pertinência ou impertinência de se ensinar a ‘arte’ de bem escrever e de bem falar.

A literatura pode, pois, servir para ensinar mais do que bom português: o que a televisão e jornais — e também a internet — estão muito longe de fazer. Não é preciso censurar todos os galicismos ou anglicismos que entram na língua, não é preciso reencontrar a vernaculidade de uma língua que nunca foi vernácula, mas é preciso que nos voltemos para a literatura enquanto expressão artística da língua mas também da humanidade. A História começa com a escrita, e isso deve querer dizer alguma coisa.

Um professor da minha faculdade é da opinião de que vale a pena viver só para ler a Ilíada. Vale a pena viver só para ler os outros textos que se ensinam — hoje — na escola portuguesa?


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publicado por Ricardo Nobre às 10:50 | referência | comentar

Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Com o argumento de que o modelo da actual Academia das Ciências de Lisboa, o ministro Pinto Ribeiro defende que se crie uma Academia da Língua.



publicado por Ricardo Nobre às 18:46 | referência | comentar

A reportagem de Ana Catarina Santos sobre maus tratos sobre idosos, Os Filhos da Solidão, ganhou o prémio AMI: Jornalismo contra a Indiferença, e passa novamente na TSF esta sexta-feira depois das 8h da noite e domingo depois das 2h da tarde, mas pode ser sempre ouvida aqui (e a reportagem vídeo aqui). A sonorização é de Mésicles Helin.


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publicado por Ricardo Nobre às 07:30 | referência | comentar

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