Domingo, 7 de Dezembro de 2008

Nos últimos anos, o número de professores de Latim tem vindo a diminuir drasticamente no Reino Unido, a ponto de a Câmara dos Lordes do Parlamento ter demonstrado preocupações a esse respeito, pois começa a ser cada vez mais claro que não vai haver professores suficientes para assegurar o ensino desta língua dentro de pouco tempo. Lord Faulkner demonstrou ainda preocupações acerca da alta percentagem de escolas que não ensinam Latim, apesar de este número ter vindo a aumentar. Já para o ano vai fazer-se um estudo sobre a introdução do Latim nos currículos de línguas. É a notícia da BBC que a seguir se lê:

A decline in the number of Latin teachers poses a serious threat to the teaching of the language in schools, peers have been told.

Lord Faulkner of Worcester said he was concerned the number of Latin teachers leaving the profession each year was far outnumbering those being trained.

He urged the government to give Latin the same priority in the curriculum as modern languages to reverse this trend.

Ministers said modern languages were their priority at primary school level.

 

Important subject

For every 35-40 new Latin teachers entering the profession every year, more than 60 were either retiring or opting to do something else, Labour peer Lord Faulkner said in the House of Lords.

He also expressed dismay about the 85% of state schools he said did not currently teach Latin at all.

"Isn't it time that Latin was reclassified as an official curriculum language and given the same encouragement as other languages?" he told peers.

Where individual schools could not offer Latin, ministers should urge local education authorities to include the subject somewhere on their curriculum.

For the government, Baroness Morgan of Drefelin said Latin was an "important subject" and a valuable tool in helping people learn a broad range of other languages.

She said it was "worrying" if a growing number of teachers were exiting the profession, for whatever reason, every year.

The number of non-selective state schools offering Latin had doubled since 2000, she said, while there would be a consultation on Latin's inclusion in the languages diploma next year

But she stressed: "It is for schools to decide whether it should be included in the curriculum."

Figures published earlier this year showed the number of non-selective state secondary schools in England teaching Latin rose from 200 in 2000 to 471 last year.

But education specialists have expressed concerns that the rise in pupils learning the language is limited to Key Stage 3 pupils aged 12-14 and is not mirrored at GCSE and A-level.

There are also concerns about a continuing shortage in the number of postgraduate teaching colleges offering Latin courses.

 



publicado por Ricardo Nobre às 07:58 | referência | comentar

Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

Ao mesmo tempo que editava este livro, a Relógio d'Água publicava outro volume, também do mesmo Machado de Assis, que inclui as obras Dom Casmurro e Esaú e Jacó. Mantendo a grafia da edição brasileira que lhe serviu de base (Nova-Aguilar), o livro tem a revisão de Francisca Cortesão.



publicado por Ricardo Nobre às 21:28 | referência | comentar

Frederico Lourenço (tradutor da Ilíada e da Odisseia, autor dos recém-editados Novos Ensaios Helénicos e Alemães) tinha já adaptado a Odisseia para jovens. Os Livros Cotovia anunciam agora para breve a adaptação da Ilíada para jovens feita pelo mesmo autor.


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publicado por Ricardo Nobre às 07:12 | referência | comentar

Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008

Informação retirada do sítio da Biblioteca Nacional:

A Biblioteca Nacional de Portugal adquiriu em Novembro de 2008, no leilão da Biblioteca de José Joaquim Oliveira Bastos organizado por Manuel Ferreira, com o patrocínio da Associação de Amigos da BNP (AABNP), catorze importantes cartas autógrafas de Almeida Garrett (5) e de Alexandre Herculano (9).

As cartas de Almeida Garrett estão datadas de 1828, 1838 e 1845 e foram enviadas a António Ferreira Velho (a de 1828) e a Francisco Joaquim Maia (duas de 1838 e uma de 1845), ambos ilustres portuenses. O conteúdo da carta enviada a Ferreira Velho, escrita imediatamente antes do segundo exílio do autor de Camões, espelha bem o conjunto de vicissitudes por que passavam os escritores e intelectuais portugueses pelo primeiro quartel do século XIX, a braços com o financiamento das suas iniciativas editoriais, no caso a do Parnaso lusitano ou poesias selectas dos autores portuguezes antigos e modernos, que veio a lume entre 1826 e 1834, em Paris, pela mão do editor Aillaud e que, como é sabido, abre com o célebre Bosquejo da historia da poesia e lingua portugueza de Garrett. Já as cartas enviadas a Francisco Joaquim Maia são de cunho marcadamente político, três delas remetidas dois meses após o juramento da Constituição de 1838 (Abril), tempo em que Garrett se envolve e revolve nos afazeres eleitorais e se confessa um «moderado» que tendo lamentado «sinceramente a perda da Carta [Constitucional]», não entendeu, «nem entendo que os males da Revolução se podiam sanar com a espada».

Seis das cartas de Alexandre Herculano parecem ter sido igualmente enviadas a Francisco Joaquim Maia, pelos anos de 1840 a 1846, versando também assuntos políticos e eleitorais, em termos, aliás, lapidares: «Esta tem por objecto principal a política, na qual, sem que eu saiba bem o como me acho outra vez metido. Falo das Eleições» (6.III.1840). Era a tempo de oposição ao Setembrismo, do caciquismo eleitoral, dos favores e dos empenhos. E Herculano, no seu mais exímio jeito epistolográfico, tudo aquilo vai comentando com sábia ironia.

As outras três cartas, com as datas prováveis de 1842, 1844 e 1857, foram dirigidas a “Senhora não identificada”, como se diz no Catálogo do Leilão, Senhora que nunca havia descido do Porto a Lisboa (di-lo o próprio Herculano, «encarrapitado no alto da Ajuda», o seu «ermitério»), decerto das relações de Francisco Joaquim Maia, se não for a própria esposa daquele correligionário político, de que o poeta da Harpa do Crente se diz obrigado por mil «mimos» e obséquios recebidos. Nestas, dá Herculano largas à sua melhor verve literária e, uma vez mais, fina ironia, dizendo-se «metido em poeira de livros, que é uma delícia. Nascem todos os portugueses para caranguejos; porque a nação não é mais do que uma grande caranguejola a andar para trás: eu fui porém exceptuado, porque nasci para traça; aqui vou cumprindo o meu fado e roendo mestres defuntos.»

O sítio do Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea da BNP fornece mais informações sobre outros autógrafos de Garrett e Herculano guardados na BNP em http://acpc.bnportugal.pt/.



publicado por Ricardo Nobre às 20:53 | referência | comentar

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