Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Como disse há meses, estão reeditadas (pelas Edições Caixotim) e à venda as obras Os Meus Amores, In Illo Tempore, e O Senhor Sete (contos), do escritor português (injusta e tristemente esquecido) Trindade Coelho. A edição é de José Carlos Seabra Pereira e os três livros custam 63€.



publicado por Ricardo Nobre às 09:00 | referência | comentar

Acaba de ser lançado pela Relógio d'Água um volume (com uma capa maravilhosa) de que constam as obras Memórias Póstumas de Brás Cubas e Quincas Borba, de Machado de Assis. O texto-fonte é a da Editora Nova-Aguilar (de que se mantém a grafia brasileira), com revisão de Frederico Sequeira. Custa 17,99.



publicado por Ricardo Nobre às 08:00 | referência | comentar

Há 2016 anos, morria o poeta Quinto Horácio Flaco.

Horácio foi "uma das mais brilhantes figuras literárias do século de Augusto", tendo desde cedo na nossa literatura influenciado diversos autores nacionais (este influxo ficou conhecido por horacianismo). "Esta influência exerceu-se, quer pela leitura directa do texto das Odes, quer pela doutrinação estética derivada da Epístola aos Pisões (...). Pode datar-se historicamente o culto pela lírica horaciana do surto erudito que leva à redescoberta das literaturas antigas e se integra no movimento geral do Renascimento." "Com o surto do Romantismo, a voga do vate latino parece entrar no seu declínio, mas não sem que surjam ainda alguns autores cuja obra é como um fruto tardio no meio das modas literárias do tempo." "A sensibilidade moderna ainda pode vibrar à leitura do texto latino e um dos nossos poetas mais intelectualizados, Fernando Pessoa, atinge no livros das Odes (...) uma sóbria e marmórea disciplina formal, em que se evidencia uma profunda assimilação dos valores estéticos, verbais e rítmicos, do horacianismo". Luís de Sousa Rebelo, A Tradição Clássica na Literatura Portuguesa (Lisboa: Livros Horizonte, 1982), 106, 109, e 110.



publicado por Ricardo Nobre às 07:00 | referência | comentar

Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008

Está à venda nas boas livrarias o segundo volume das Metamorfoses de Ovídio, traduzidas por Domingos Lucas Dias (Professor da Universidade Aberta e um dos tradutores do De Trinitate, de Santo Agostinho, recentemente galardoados com o prémio de tradução científica e técnica União Latina/FCT). Sobre o primeiro volume e as impressões que me causou, ver este texto.

O segundo volume tem as mesmas características do primeiro: bilíngue (os erros que apontei no latim foram corrigidos) e notas explicativas, sendo ainda notável a fluidez literária e literal do texto ovidiano. O livro, de 24,15€, editado pela Vega, tem ainda posfácio, índice temático, índice remissivo para os dois volumes (algo que faltava no primeiro e é agora suprido), e uma linda capa azul.

Aproveito para recordar que irá realizar-se nos dias 11 e 12 de Dezembro, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, o colóquio Sociedade e Poder no Tempo de Ovídio (promovido pelo Centro de História da Universidade de Lisboa e pelo Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra).



publicado por Ricardo Nobre às 21:02 | referência | comentar

No dia 1 de Setembro, Livro de Estilo noticiou a publicação para breve do Dicionário de Fernando Pessoa e do Modernismo Português (DM). Acaba de sair, e sobre ele gostaria de fazer algumas considerações.

1. Obra de grande valor e de interesse para todos os interessados em literatura portuguesa do século XX, o DM foi coordenado por Fernando Cabral Martins, uma das personalidades mais autorizadas para um trabalho deste género na universidade portuguesa. Os seus colaboradores (89!) são quase todos conhecidos académicos e investigadores ligados às áreas respectivas. Com o preço de 60€, o DM é publicado pela Editorial Caminho — a mesma editora responsável pelo Dicionário de Eça de Queirós (de que já saiu um suplemento), de Camilo Castelo Branco, das Personagens da Novela Camiliana, do Romantismo Literário Português, da Literatura Medieval Galega e Portuguesa

2. Apesar de ser uma obra sobre literatura portuguesa modernista, não deixa de considerar autores estrangeiros e portugueses de outras épocas que, de um modo ou de outro, influenciaram a produção artística dos modernistas portugueses. Têm, assim, entrada autores como (apenas a título de exemplo): Guillaume Apollinaire (Nuno Júdice), Jorge Luis Borges (Patricio Ferrari e Jerónimo Pizarro), Robert Browning (Mariana de Castro), Lord Byron, Thomas Carlyle, Edgar Allan Poe (Ana Maria Freitas), Coleridge, Wordsworth (António M. Feijó), Rainer Maria Rilke (Béatrice Jongy), Shakespeare (Richard Zenith), Shelley (Fernando Cabral Martins); Raul Brandão (Maria João Reynaud), Eugénio de Castro, António Nobre (Paula Morão), António Patrício (Maria do Rosário Paixão), Aquilino Ribeiro (Serafina Martins), Cesário Verde (Helena Carvalhão Buescu)…

3. Especial interesse têm os artigos sobre teoria da literatura. Por exemplo, alegoria (Maria Andresen Sousa Tavares), alteridade/ impessoalidade (Manuel Gusmão), autor (Helena Carvalhão Buescu), fragmento (Patrícia Leal), etc. Importantes são igualmente os artigos de periodização e contextualização de movimentos literários, como Modernismo (Osvaldo Silvestre), Romantismo (Ana Luísa Amaral e Rui Mesquita), Simbolismo (Fernando Guimarães), Segundo e Terceiro Modernismo (Fernando J. B. Martinho) — mas nenhum “Primeiro Modernismo” —, etc.

4. As publicações que formaram e formataram o nosso modernismo, como a Águia (Paulo Motta Oliveira), Centauro (Nuno Júdice), Contemporânea (Sara Afonso Ferreira), Orpheu (Manuela Parreira da Silva), Presença (Clara Rocha), mas muitas outras também, têm artigos próprios.

5. Os principais textos de Pessoa têm artigos próprios (e.g., “Autopsicografia”, por Manuel Gusmão, “Chuva Oblíqua”, por Caio Gagliardi), bem como artigos que escreveu (“A Nova Poesia Portuguesa”, por Madalena Dine), sem esquecer a “Carta Sobre a Génese dos Heterónimos” (Miguel Tamen), entre muitas outras entradas.

6. Bandarra, Cabala, Quinto Império, Esoterismo… têm entradas próprias. No entanto, parece-me que são demasiado extensas para a importância que eu lhes dou na produção literária, mas é só a minha opinião.

7. Conceitos filosóficos como cinismo, epicurismo, estoicismo (Luís de Oliveira e Silva) são igualmente considerados. Tenho algumas dúvidas sobre o método de transliteração das palavras gregas, mas são pormenores que não tiram a excepcional qualidade destes artigos.

8. Onde o dicionário me parece mais frágil é nas entradas “Virgílio” (três colunas, que considerações paralelas reduzem a uma, com más traduções dos nomes latinos, etc.) e “Homero” — apenas uma breve referência à relação que Pessoa tinha com este autor, sem uma especificação que se encontra por exemplo em “Horácio” (Manuel Rodrigues). De facto, o poeta latino merece uma extensa entrada (seis colunas inteiras e mais um bocadinho), muito bem escrita, que alia a obra horaciana com a influência que esta exerceu em Pessoa. “Platão” (Steffen Dix) surge verdadeiramente bem condensado, mas o dicionário não tem entrada para Aristóteles (nem um artigo sobre “Apontamentos para uma Estética Não Aristotélica”, de Álvaro de Campos, apenas aludido no artigo “Álvaro de Campos”).

9. O livro, além de diversas imagens a preto-e-branco, inclui quatro conjuntos de imagens a cores, que documentam, na medida do possível, a arte modernista. Índice de nomes, uma cronologia de Fernando Pessoa, relação de edições dos autores modernistas enriquecem o dicionário. No entanto, onde o dicionário me parece menos bem em relação aos congéneres listados no ponto 1. é na ausência de ligação ou relação entre artigos e na falta de um índice de entradas temáticas e de títulos de revistas e obras referidas nos artigos do dicionário (cf. Dicionário do Romantismo Literário Português).

10. O último ponto leva-me à questão da distribuição do trabalho pelos colaboradores. O grosso do dicionário parece-me escrito por Fernando Cabral Martins, Manuela Parreira da Silva, e Richard Zenith, três dos grandes nomes ligados aos estudos pessoanos em Portugal. Ao lado das entradas com os autores óbvios — Antero de Quental, António Nobre, Aquilino Ribeiro —, surgem os menos óbvios. Quem esperava que “Eça de Queirós” não fosse de Carlos Reis ou de A. Campos Matos? Quem esperava a quase omissão de Eugénio Lisboa, de Aguiar e Silva (uma única referência a cada, a fazer fé no índice onomástico)? O silêncio de Carlos Leone, de Fátima Morna? Quem esperava que José-Augusto França não colaborasse? De facto, dos 89 colaboradores, apenas 34 não são das Universidades de Lisboa (Nova, Clássica, Aberta, Lusófona, Investigadores)! Haver  tão raros colaboradores do Porto (seis) e de Coimbra (três) deixou-me verdadeiramente surpreendido. Isto não quer dizer que novos académicos ou que os académicos de Lisboa não sejam todos excelentes e versados nos assuntos que trataram — alguns em substituição dos que deveríamos ver assinar alguns artigos —, pode até ser que lancem novas perspectivas sobre os temas e autores canonicamente atribuídos a outros; pode até ser que tenham sido pedidos artigos a esses especialistas que, cheios de trabalho, os não tenham concluído a tempo, mas, como digo, não deixa de ser uma opção que causa surpresa.

 

Concluindo, o DM, agora dado à estampa, vem actualizar os nossos conhecimentos sobre os Modernismos Portugueses. De facto, as entradas “Fernando Pessoa”, “Bernardo Soares” (Richard Zenith), “Alberto Caeiro” (Maria Helena Nery Garcez), “Álvaro de Campos” (Teresa Rita Lopes), “Ricardo Reis” (Manuela Parreira da Silva), “Almada Negreiros” (Luis Manuel Gaspar e Sara Afonso Ferreira), “Mário de Sá-Carneiro” (Paula Morão), “Amadeo de Souza-Cardoso” (Bernardo Pinto de Almeida), só para referir algumas, são de uma qualidade inexcedível e por vezes inigualável no panorama dos estudos literários portugueses.



publicado por Ricardo Nobre às 08:00 | referência | comentar

Terça-feira, 25 de Novembro de 2008

No âmbito dos meus estudos sobre a pontuação, gostaria de referir a obra Pontuação e Análise Sintáctica, de Jaime Rebelo, cuja terceira edição foi revista e melhorada por José Nunes de Figueiredo. Editada em 1968 pela Coimbra Editora, já não existe disponível no mercado.

A obra começa com o esclarecimento de alguns conceitos sintácticos ligados à oração e à ordem dos elementos, que são fundamentais para a hierarquização dos elementos frásicos.

O capítulo dedicado à vírgula retoma o cansado e errado conceito de que a vírgula marca pausas na oralidade. Também já não são admissíveis algumas regras aí estabelecidas e actualmente é uma obra que deve ser compulsada apenas por curiosos sobre a evolução histórica do sistema de pontuação em português. No fundo, é algo semelhante à Guia Alfabética da Pontuação, de Rodrigo de Sá Nogueira, actualmente quase totalmente inútil para um uso correcto da pontuação. No entanto, e apesar de a exposição tradicional dos conceitos e de a sua definição tornarem por vezes confusas as formulações teóricas sobre a opção ou não dos termos das orações, é sem dúvida uma obra que merece a melhor atenção do interessado em saber mais e melhor português. De facto, o que se sabe hoje — principalmente em termos de sintaxe — não seria tanto nem tão valioso se tão tivessem existido obras como esta.



publicado por Ricardo Nobre às 07:58 | referência | comentar

Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008
Porque há quem possa confundir "por exemplo" (e.g.) com "ovo" (egg), no Reino Unido há quem queira proibir o uso de expressões latinas em documentos oficiais. Notícia da BBC:
A number of local councils in Britain have banned their staff from using Latin words, because they say they might confuse people. Several local authorities have ruled that phrases like "vice versa", "pro rata", and even "via" should not be used, in speech or in writing. But the ban has prompted anger among some Latin scholars. Professor Mary Beard of Cambridge University said it was the linguistic equivalent of ethnic cleansing. Some local councils say using Latin is elitist and discriminatory, because some people might not understand it - particularly if English is not their first language. Bournemouth Council is among those which have discouraged Latin. It has drawn up a list of 18 Latin phrases which its staff are advised not to use, either verbally or in official correspondence. The council denies that it places a ban on Latin words. A council spokesman said: "We advise against using certain words, particularly when staff are writing to those whose first language may not be English. "The advice is intended as a guide only, not a direction." However, the council's Plain Language Guide lists Latin under the heading "Things To Avoid". Other local councils have banned "QED" and "ad hoc", while other typical Latin terms include "bona fide", "ad lib" and "quid pro quo". But the move has been welcomed by the Plain English Campaign which says some officials only use Latin to make themselves feel important. A Campaign spokesman said the ban might stop people confusing the Latin abbreviation e.g. with the word "egg".
Ouvir Peter Jones no programa Today, da BBC Radio 4.


publicado por Ricardo Nobre às 07:58 | referência | comentar

Sábado, 22 de Novembro de 2008

O Departamento de Estudos Românicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa promove a partir de 6 de Janeiro e até 17 de Fevereiro de 2009, todas as terças-feiras das 18h às 20h, o I Curso Livre de Estudos Românicos, com seminários ministrados pelos Professores Fátima Freitas Morna, Cristina Almeida Ribeiro, e Pedro Flor. As sessões decorrerão na sala 5.2 e têm este calendário. As inscrições são até dia 15 de Dezembro e têm um custo de 50€; os estudantes pagam 30€.



publicado por Ricardo Nobre às 07:58 | referência | comentar

Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

À TSF vai Isaltina Martins, presidente da associação de professores de Latim e Grego:

15h-16h [esta semana o programa termina às 16h]: que sentido tem, hoje, aprender latim e grego? Há um evidente - porque comensurável - desinteresse pela aprendizagem destas duas línguas que passaram de moda, o que se reflecte no encerramento de cursos superiores e no cada vez menor número de alunos no secundário.

É com este contexto que vem ao programa Isaltina Martins, professora de latim na Escola Secundária Infanta D. Maria, em Coimbra, e presidente da Associação de Professores de Latim e Grego.

Ao longo do programa vamos ouvir alunos do secundário e da universidade que estudam latim e grego.

Mais Cedo ou Mais Tarde, hoje, depois das 3h da tarde na TSF. Pode ser ouvido mais tarde aqui e em podcast.

 



publicado por Ricardo Nobre às 08:05 | referência | comentar | ler comentários (2)

Foi já anunciada a próxima iniciativa Festa dos Livros, da Fundação Calouste Gulbenkian. Este ano decorrerá de 27 de Novembro a 23 de Dezembro na Loja do Museu Gulbenkian, das 10h às 20h. No evento, estarão à venda livros editados pela Fundação Gulbenkian, bem como objectos da marca FCG (cadernos, canetas, borrachas, brindes, etc.).


Tópicos:

publicado por Ricardo Nobre às 07:58 | referência | comentar

Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

Byblos, nas Amoreiras, fechou esta quinta-feira.



publicado por Ricardo Nobre às 13:22 | referência | comentar | ler comentários (1)

Existem dois tipos de orações subordinadas que a Nomenclatura Gramatical Portuguesa não contempla (ao contrário da terminologia gramatical brasileira). São as orações conformativas e as orações proporcionais.

A Gramática da Língua Portuguesa de M. H. Mira Mateus et aliae (Lisboa: Caminho, 2003) reserva na parte da sintaxe um capítulo dedicado às “Construções de graduação e comparação”, onde se incluem as orações comparativas e consecutivas (tradicional e erroneamente consideradas orações subordinadas adverbiais, como aqui a seu tempo se verá) e as orações conformativas e proporcionais, retomando assim a terminologia brasileira. Mais recentemente, na obra Sintaxe do Português (Lisboa: Caminho, 2008), André Eliseu dá continuidade àquele trabalho e refere-se nestes termos às orações subordinadas conformativas: “expressam uma situação compatível com o estado de coisas referido na frase principal. As conjunções conforme, como ou segundo são os introdutores típicos deste tipo de frase” (p. 112). Os exemplos do autor são:

- Conforme te disse ontem, é necessário pôr o carro na oficina.

- Como se sabe, a Terra não gira à volta do Sol.

- A temperatura, segundo pensam os meteorologistas, vai aumentar.

 

Quanto às construções subordinadas proporcionais, afirma o mesmo autor (na mesma página) que aí se estabelece “uma relação de dependência quantitativa ou qualitativa entre as características da situação ou acção referidas na subordinada e na principal. Estas construções podem conter conectores descontínuos (quanto maismais, quanto maistanto mais) ou não (à medida que, à proporção que)”. Exemplos do autor:

- Quanto mais se regavam as plantas, mais elas amareleciam.

- À medida que avançavam, a selva ia-se fechando.

 

Como se vê dos exemplos apresentados — e dada a sua natureza adjunta —, estas construções subordinadas escrevem-se sempre entre vírgulas.



publicado por Ricardo Nobre às 07:58 | referência | comentar

RÁDIO
TSF — Rádio Notícias (emissão directo)
BBC Radio 4 (emissão directo)
BBC World Service (emissão directo)
BBC Radio 3 (emissão directo)
BBC Radio 5 Live (emissão directo)
LIGAÇÕES DE REFERÊNCIA
Informação Geral
BBC News
The Guardian
Público
Times
Diário de Notícias


Cultura
The TLS
BBC | Entertainment & Arts
The Guardian | Culture
Telegraph | Culture
New York Times | Arts
DN | Artes
Ípsilon
El Mundo | Cultura
El País | Cultura
Público | Culturas
Le Monde| Culture

LITERATURA
Bibliotecas
Biblioteca Nacional de Portugal (Porbase)
The British Library
Library of Congress
Bibliothèque nationale de France (Opale)
Biblioteca Nacional de España
National Library of Scotland
Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (SIBUL)
Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra
University of Cambridge Library (Newton)
Oxford University Libraries (SOLO)
Harvard Libraries (HOLLIS)


Editoras
Cambridge University Press: Catálogo de Literatura; Catálogo de Estudos Clássicos
Oxford University Press: Catálogo de Literatura; Catálogo de Estudos Clássicos; More than Words (Oxford World’s Classics)
Routledge: Catálogo de Literatura; Catálogo de Estudos Clássicos
Penguin Books


Revista CLASSICA — Boletim de Pedagogia e Cultura

LÍNGUA PORTUGUESA
Vírgulas
Sujeito e Predicado

Vocativo

Oração Causal

Oração Concessiva

Oração Condicional

Oração Conformativa

Oração Final

Oração Proporcional

Oração Temporal


Uso do apóstrofo


Vocabulário estudado
à
Alcaida
contracto
contrato
de
de mais
demais
grama
majestoso
para
presidenta
sedear
sediar
se não
senão
seriação


Livro de Estilo

Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1945)
Código de Redacção Interinstitucional
Dicionário da Língua Portuguesa (Priberam)
Dicionário da Língua Portuguesa (Porto Editora)
LX Conjugator (conjugação verbal)
MorDeb
Corpus do Português Europeu
Corpus do Português
Corpus Lexicográfico do Português
CETEMPúblico
Corpus Rede de Difusão Internacional do Português
Transliteração do Alfabeto Grego
Associação de Informação Terminológica
Acordo Ortográfico de 1990
Norma Portuguesa de Metrologia

APONTADORES
Bandeira ao Vento
Blogtailors: o blog da edição
Cadê o Revisor?
Detective Cantor
Lóbi do Chá
Memento…
Pesporrente
Português em Dia
Rascunho.net
Relógio D'Água Editores
A Senhora Sócrates
O Vermelho e o Negro
ARTIGOS RECENTES

PÚBLICO Menos

Novo PÚBLICO

Acordo na Faculdade de Le...

Acordo Ortográfico no CCB

Onde o latim acaba e o in...

Balanço de um colóquio

Diogo Infante deixa o D. ...

Memória curta

Também quero o subsídio e...

Governo de salvação nacio...

Quando os escritores não ...

Golpe de estado militar

TOMBO

Março 2012

Fevereiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Julho 2010

Junho 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

SUBSCREVER FEEDS