Segunda-feira, 29 de Outubro de 2007
O VII Congresso da Associação Portuguesa de Estudos Clássicos decorrerá em Évora de 10 a 12 de Abril de 2008, mas o pedido de inscrições de conferencistas termina em Dezembro.
Em 2008, o congresso tem como tema Espaços e Paisagens: Antiguidade Clássica e heranças contemporâneas, pelo que, como nos outros, não só pretende a divulgação de produção científica dos investigadores portugueses na área dos Estudos Clássicos, como também pretende uma perspectiva alargada sobre a herança clássica projectada para o mundo contemporâneo.


publicado por Ricardo Nobre às 19:35 | referência | comentar

Sexta-feira, 26 de Outubro de 2007
Acabou há instantes o colóquio A Sexualidade no Mundo Antigo. Como balanço, convido à leitura deste artigo, que saiu hoje no PÚBLICO, da autoria de Alexandra do Prado Coelho (com ligeiras correcções).

Sexo e Arte Há — três mil anos havia menos tabus?

A prostituição em Roma
Em Portugal, vários professores universitários juntaram-se (...) para, durante um período (...) de (...) três dias, não falarem de mais nada se não de sexo. Num colóquio que termina hoje na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, especialistas de várias áreas da História1 discutiram A Sexualidade no Mundo Antigo (...).
A vida sexual na Roma antiga, por exemplo, tinha tão poucos tabus como parece nas séries de televisão? “A prostituição não era propriamente elogiada, aliás quem a exercia estava na base da pirâmide social, mas era vista como totalmente necessária”, explica Nuno Simões Rodrigues, da Universidade de Lisboa, que, no colóquio, falou precisamente sobre “Os submundos da sexualidade em Roma”. “As matronas, senhoras da aristocracia, muitas vezes mantinham as escravas como prostitutas, ganhando dinheiro para elas próprias, e tendo os maridos, os filhos ou os pais como clientes.”
A distinção entre as senhoras respeitáveis e as que não o eram baseava-se num tabu mais de natureza social do que sexual. “Tinha de haver as mulheres sobre as quais não existia suspeita em relação à paternidade dos filhos, as que dão aos homens os filhos legítimos”, diz Simões Rodrigues. Essa é a razão por que o adultério era tabu — “não tanto por causa do sexo, mas pelas consequências que o acto tinha para a comunidade”. Por isso, conta, houve mesmo matronas que, acusadas de adultério, pediram para ser inscritas junto do edil como prostitutas. “Apesar de ser uma queda de estatuto social, isto mostra que o estigma não era assim tão grande.”
Um dos grandes tabus da actualidade — a pedofilia — não fazia, aparentemente, parte das preocupações dos romanos antigos. Simões Rodrigues recorda que, no Satyricon, Petrónio relata uma festa em casa de uma matrona que, para divertir os convidados, organiza como espectáculo a iniciação sexual de uma menina de sete anos.

Homossexualidade tabu
Havia, contudo, outros tabus. Se o sexo com prostitutas ou prostitutos não era mal visto — os escravos eram apenas objectos sexuais — já a homossexualidade entre dois “homens livres” era duramente condenada, porque implicava “usar como elemento passivo um homem de nascimento livre”, levantando também aqui uma questão mais de natureza social do que sexual.
A ideia, por outro lado, de que a homossexualidade masculina era perfeitamente aceite pelos gregos antigos — e lá estariam os vasos para o provar — pode ser um mito que fomos construindo, como muitos outros relativos à sexualidade dos antigos, afirma Frederico Lourenço. Foi isso, aliás, que explicou na sua intervenção sobre “Homossexualidade masculina e cultura grega”. “A intolerância existia na Grécia antiga como existe hoje. E tinha muito a ver com a ideia de que o homem que se demite do seu papel de homem não merece respeito, o que também está ligado à visão negativa em relação às mulheres.” Tal como em Roma, também na Grécia existia legislação condenando os homens livres que “desempenhassem um papel passivo” na relação sexual.
O amor, sobre o qual Platão escreve, entre um homem mais velho e um rapaz mais novo, era rodeado de grande pudor. “Mesmo nas representações na cerâmica, as posições sexuais tinham que ser não penetrativas, de respeito pela integridade física”, e a expectativa era de que esses jovens viessem a casar e a ter uma família. Os gregos antigos, defende Frederico Lourenço, “não compreenderiam aquilo a que chamamos hoje homossexualidade”.

O mito da Mesopotâmia
(...)
Tal como na Grécia, as mulheres têm um estatuto claramente inferior. Maria de Fátima Silva, da Universidade de Coimbra, reconhece que, em termos legais, era assim na sociedade grega, mas lembra a Lisístrata, comédia de Aristófanes, recentemente recuperada a propósito da guerra do Iraque. Aí, as mulheres “conduzem uma espécie de revolução feminina em que, pela greve ao sexo, obrigam os maridos a fazerem a paz”. Foi nessa Grécia patriarcal que surgiu uma ideia como esta, sublinha Maria de Fátima Silva: as mulheres possuem uma arma que é o sexo e com ela podem dominar a agressividade masculina.
E, no entanto, contrapõe Luís Manuel de Araújo, egiptólogo da Universidade de Lisboa, foram os gregos que vieram introduzir “uma certa boçalidade” nas imagens de “erotismo recatado, inteligente”, que era o dos egípcios antigos. O sexo estava também muito presente no Egipto Antigo, pelo menos é o que nos dizem as imagens gravadas em templos e túmulos, as representações de deuses com grande potência sexual “que dialogam com faraós e reis numa familiaridade despida de preconceitos”.
“O erotismo egípcio”, explica, “não privilegia muito a imagem da mulher nua, prefere cobri-la com linho transparante, ou tecido molhado colado ao corpo”. Quando a influência grega começa a fazer-se sentir, no século VII a.C., “acaba-se o refinamento e os egípcios começam a despir as suas deusas”, e as cenas de erotismo passam “a jogar mais com o irónico do que com o erótico”.

Antes e depois de Cristo
No Antigo Egipto, o sexo não podia ter uma carga negativa, porque “os exemplos vinham de cima, dos deuses”. É, aliás, um deus criador, Atum, que forma a Terra a partir da masturbação, diz Luís Manuel de Araújo.
Esta ideia de divindades com vida sexual (e bastante activa) desaparece com o monoteísmo. E “a noção do pecado surge [na Mesopotâmia] com os semitas, 1700 ou 1800 anos antes de Cristo”, afirma Maria de Lurdes Palma. (...)



Nota
1 Não foram só especialistas da área da História, pois muitos eram da área das Literaturas Clássicas, da Religião, e de Filosofia.



publicado por Ricardo Nobre às 18:57 | referência | comentar

Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007
A notícia chegou de improviso ao Colóquio A Sexualidade no Mundo Antigo. Acaba de sair a nova tradução do Burro de Ouro (ou Metamorfoses) de Apuleio, feita por Delfim Leão, Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Aproveitando-se a presença do tradutor na sala, Cristina Pimentel, Professora Catedrática do Departamento de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, apresentou a obra, chamando a atenção para vários aspectos literários da mesma, alguns da maior relevância, como o facto de aquele ser um dos romances da Antiguidade, e por ser ali que se conta a belíssima história de Amor e Psique.
Mais uma edição dos Livros Cotovia.


publicado por Ricardo Nobre às 21:59 | referência | comentar

Terça-feira, 23 de Outubro de 2007
O Professor Carlos Reis dará no próximo dia 29 de Outubro, no Anfiteatro III da Faculdade de Letras de Lisboa (pelas 16h) uma conferência intitulada “Figurações da Personagem Queirosiana”. A organização do evento é da Prof.ª Isabel Rocheta.
Carlos Reis é Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e Reitor da Universidade Aberta. É autor do Blogue do Reitor.
Isabel Rocheta é Professora Auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.


publicado por Ricardo Nobre às 08:15 | referência | comentar

Ouvir Sinais, de Fernando Alves.


publicado por Ricardo Nobre às 08:12 | referência | comentar

Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007
Organizada por Pedro Franco Wallenstein Teixeira, está disponível para assinar a petição electrónica “NÃO! à cedência dos Direitos de Propriedade Intelectual dos Artistas através de Contrato de Trabalho ou Instrumento de Regulamentação Colectiva”, dirigida por um grupo de “Cidadãos Portugueses, de Estados da União Europeia e de Países Lusófonos que reconheçam o Direito de Petição a Portugueses” à Assembleia da República.
No século XXI, um país europeu tem de dar liberdade criativa aos seus artistas e assegurar a possibilidade de estes serem independentes dos grandes grupos mediáticos em termos de propriedade intelectual (o mesmo devia acontecer, por exemplo, com os jornalistas). É, por isso, uma luta perfeitamente legítima aquela que convido todos os leitores e amigos a associarem-se, assinando a petição.


publicado por Ricardo Nobre às 08:29 | referência | comentar

Sexta-feira, 19 de Outubro de 2007

A Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa disponibiliza os seguintes cursos livres no ano lectivo de 2007–2008:
Língua e Cultura Árabe e Islâmica
Língua e Cultura Checa
Língua e Cultura Eslovena
Língua e Cultura Hebraica
Língua e Cultura Polaca
Língua e Cultura Persa
Língua e Cultura Romena
Língua e Cultura Russa
Língua e Cultura Turca
Língua Gestual Portuguesa

Informações sobre inscrições, propinas, horários, etc. aqui.



publicado por Ricardo Nobre às 13:49 | referência | comentar | ler comentários (2)

Foi publicado pela Editorial Presença o livro de ensaios O Passado e o Presente — Ler Fernão Lopes, da autoria de Teresa Amado.
No texto que apresenta o livro, a Presença refere que nele se foca o contexto europeu da Lisboa tempo de Fernão Lopes, “as intertextualidades, a questão da verdade histórica, os modelos e a originalidade”, configurando um conjunto de temas de elevado interesse para o estudo literário de autores que escreveram História.
Teresa Amado é Professora Associada do Departamento de Literaturas Românicas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.


publicado por Ricardo Nobre às 11:20 | referência | comentar

Segunda-feira, 15 de Outubro de 2007

Palácio da Quinta da Regaleira visto do jardim


A Quinta da Regaleira é um dos vários monumentos de Sintra e é um dos mais intrigantes edifícios portugueses.
Tem uma história muito curiosa, que ninguém sabe muito bem qual é, mas acerca da qual muitos gostam de especular. A interpretação mais comum é a que atribui aos vários elementos mitológicos do jardim uma marcada simbologia maçónica, que pode, num plano mais ou menos verosímil, ser observado sob um ponto de vista platónico, que parece ser actualmente a ideologia oficial do monumento, uma vez que o guia da minha visita estava imensamente preocupado em retirar credibilidade à pretensa filiação maçónica do espaço. Claro que, como é evidente, é mais provável as pessoas estarem preparadas para acreditar em símbolos maçónicos do que para a filosofia antiga, mas essa é outra problemática que tem que ver com a formação de cada um.
O jardim, mal tratado e com a vegetação a crescer desmesuradamente, foi criado com propósitos muito especiais, explicados de forma mais consistente e credível com recurso à interpretação maçónica dos símbolos. O poço, diz-se, servia rituais de iniciação. No fundo, um túnel com duas saídas para a luz: uma para um lago (onde os passos imitam os de Orfeu a sair do Inferno), outra para o oriente, símbolo do nascimento e renovação, e enquadrado na área geográfica pelo castelo dos Mouros.
Penso que, em termos simbólicos e mitológicos, a igreja é o edifício mais interessante. O delta maçónico, o compasso, a esfera armilar, a cruz de Cristo, e mesmo a representação no altar onde não está Jesus crucificado levam a que não restem muitas dúvidas da filiação maçónica do espaço — o que legitima esta interpretação para o resto da quinta.
No jardim, podemos ver ainda bancos de mármore, grutas, passagens misteriosas cuja simbologia ou utilidade são discutíveis, mas que respondem a um sentido estético muito intrigante e fora do comum.
A casa em si vale pela arquitectura, pois o espólio original do “Monteiro dos Milhões” (uma personalidade também ela misteriosa e mal conhecida, pois da sua vida pessoal pouco se sabe) desapareceu totalmente (sobram algumas cadeiras) depois da instauração da República. Vale a pena perder tempo a apreciar as pinturas e alguns elementos de portas e chão (muito dele, tal como escadas, não original). Não se percebe muito bem como é possível a casa ter sido totalmente adaptada para ser um museu de si própria, em vez de ensinar alguma coisa mais importante para a cultura nacional, mas as opções são subjectivas e discutíveis. A biblioteca, cheia de livros recentes, cortados à guilhotina para caberem na estante é simplesmente deprimente.
Recomendo, mesmo assim, uma visita à Quinta da Regaleira; mas sugiro uma visita auto-guiada (ou entrada gratuita, já que ninguém verifica se alguém tem bilhete...), a fim de não se perder tempo com explicações que podem ser recolhidas na exposição no interior da casa — além de se poder fazer o percurso com o ritmo desejado. A vista do cimo da casa é fabulosa.




Foto do Google Earth


Palácio da Quinta da Regaleira
Rua Barbosa do Bocage, 5, 7 e 9
Estrada Sintra–Colares
2710–567 Sintra
Informações: 219 106 656
Reservas: 219 106 650
Horário: das 10h até 17h30 (Novembro–Janeiro); até 18h30 (Fevereiro–Março e Outubro); até 20h (Abril–Setembro).
Descontos para jovens, estudantes e idosos.

Tópicos:

publicado por Ricardo Nobre às 22:05 | referência | comentar | ler comentários (3)

Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007
"Queremos uma oposição à altura que ajude este governo a governar melhor."
Queremos? É isso a oposição?
O que queremos não sei; sei o que quero. Antes de mais, eleitores com capacidade de discernimento e que sejam capazes de questionar as políticas do governo e da oposição, e menos conformismo.


publicado por Ricardo Nobre às 10:59 | referência | comentar | ler comentários (2)

Terça-feira, 9 de Outubro de 2007
Poucas vezes se pode dizer que um colóquio é sobre um tema tão interessante e poucas vezes se pode dizer que a esmagadora maioria dos oradores merece a nossa atenção. Este, promovido pelo Centro de História da Universidade de Lisboa é um deles. Por todos estes motivos, não vou estar muito tempo ausente do Anfiteatro III da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa nos próximos dias 24 a 26 para assistir às comunicações do Colóquio "A Sexualidade no Mundo Antigo".


publicado por Ricardo Nobre às 20:30 | referência | comentar

Segunda-feira, 8 de Outubro de 2007
Há anos, fui abordado no Refeitório I da Universidade de Lisboa por um senhor (daqueles que apesar de velho ainda vai à cantina) que veio pedir para dar uma vista de olhos no meu jornal. Perguntou se eu era de Letras (porque eu tinha um livro em cima da mesa: só os alunos de Letras é que lêem livros, está visto). E achou muito mal que assim fosse. Eu respondi que prefiro estudar aquilo de que realmente gosto do que ir estudar algo apenas porque me daria outra posição social, o que levaria, naturalmente, a um emprego de que não gosto, possivelmente para o resto da vida. Ele é daquelas pessoas que, por achar que tem experiência, pensa que pode opinar sobre a vida dos outros. E é daqueles que acha que eu fui para Letras para fugir à Matemática, o que tentei mostrar não ser verdade: mas ele tinha a cabeça feita. Hoje recebo na caixa de comentários de um texto antigo um testemunho que não posso deixar de publicar.

 


Obrigada por postarem este artigo sobre o declínio do curso de linguas e literaturas. Sou uma estudante que conclui este ano (12º) o mesmo curso e também fui prejudicada,digamos, pela não-abertura de turmas por falta de alunos. Terminara o meu 9º ano, e na minha escola secundária + 3ºciclo havia o curso de L. e L. . Infelizmente não me pude inscrever porque não havia número suficiente para abrir turma. Restavam-me apenas duas opções: ou mudar para o curso de ciências sociais e humanas, ou mudar para a escola que tinha alunos suficientes para a turma. Mudei-me para a dita escola.
A minha perspectiva do curso de linguas e literaturas não é boa, não apenas por eu não a considerar viável como o nível de aprendizagem dos alunos que o frequentam e que eu verifiquei ao longo da minha aprendizagem secundária é pouco razoável. O que quero dizer é que, 90% dos meus colegas que frequentam o mesmo curso que eu, têm uma função de "fugir à matemàtica". Ora, quem eu vi que queria fugir à matemática deu-se mal com o latim. Consideram-no "muito difícil" (pois o latim não é considerado a matemática das línguas"?).
O Latim: outra das disciplinas que na minha visão é essencial para a aprendizagem do português, tanto em termos etimológicos como gramaticais, entre outros.
A literatura portuguesa é outro "problema": Os meus colegas consideram esta "uma seca"; ou porque não gostam de ler ou escrever, ou porque não demonstram o mínimo interesse na literatura portuguesa. " Os Maias é uma seca", "bolas ó stôra, explique lá aí o keke é uma 'clepidra'(Clepsidra)" " Ain ó stora, Herculano? Prefiro ler o código da vinci..."
Considero-me excluída do grupo dos "desinteressados", não sendo a única, obviamente. Mas, por favor, é bom que alguém faça alguma coisa para fazer "renascer" os cursos de línguas clássicas e estudos literários portugueses.

(O comentário é longo...peço desculpa :P :) )

 


O senhor que me admoestou continua a ir à cantina, e a retirar os recibos das senhas dos tabuleiros para levar para casa.


publicado por Ricardo Nobre às 20:53 | referência | comentar

RÁDIO
TSF — Rádio Notícias (emissão directo)
BBC Radio 4 (emissão directo)
BBC World Service (emissão directo)
BBC Radio 3 (emissão directo)
BBC Radio 5 Live (emissão directo)
LIGAÇÕES DE REFERÊNCIA
Informação Geral
BBC News
The Guardian
Público
Times
Diário de Notícias


Cultura
The TLS
BBC | Entertainment & Arts
The Guardian | Culture
Telegraph | Culture
New York Times | Arts
DN | Artes
Ípsilon
El Mundo | Cultura
El País | Cultura
Público | Culturas
Le Monde| Culture

LITERATURA
Bibliotecas
Biblioteca Nacional de Portugal (Porbase)
The British Library
Library of Congress
Bibliothèque nationale de France (Opale)
Biblioteca Nacional de España
National Library of Scotland
Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (SIBUL)
Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra
University of Cambridge Library (Newton)
Oxford University Libraries (SOLO)
Harvard Libraries (HOLLIS)


Editoras
Cambridge University Press: Catálogo de Literatura; Catálogo de Estudos Clássicos
Oxford University Press: Catálogo de Literatura; Catálogo de Estudos Clássicos; More than Words (Oxford World’s Classics)
Routledge: Catálogo de Literatura; Catálogo de Estudos Clássicos
Penguin Books


Revista CLASSICA — Boletim de Pedagogia e Cultura

LÍNGUA PORTUGUESA
Vírgulas
Sujeito e Predicado

Vocativo

Oração Causal

Oração Concessiva

Oração Condicional

Oração Conformativa

Oração Final

Oração Proporcional

Oração Temporal


Uso do apóstrofo


Vocabulário estudado
à
Alcaida
contracto
contrato
de
de mais
demais
grama
majestoso
para
presidenta
sedear
sediar
se não
senão
seriação


Livro de Estilo

Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1945)
Código de Redacção Interinstitucional
Dicionário da Língua Portuguesa (Priberam)
Dicionário da Língua Portuguesa (Porto Editora)
LX Conjugator (conjugação verbal)
MorDeb
Corpus do Português Europeu
Corpus do Português
Corpus Lexicográfico do Português
CETEMPúblico
Corpus Rede de Difusão Internacional do Português
Transliteração do Alfabeto Grego
Associação de Informação Terminológica
Acordo Ortográfico de 1990
Norma Portuguesa de Metrologia

APONTADORES
Bandeira ao Vento
Blogtailors: o blog da edição
Cadê o Revisor?
Detective Cantor
Lóbi do Chá
Memento…
Pesporrente
Português em Dia
Rascunho.net
Relógio D'Água Editores
A Senhora Sócrates
O Vermelho e o Negro
ARTIGOS RECENTES

PÚBLICO Menos

Novo PÚBLICO

Acordo na Faculdade de Le...

Acordo Ortográfico no CCB

Onde o latim acaba e o in...

Balanço de um colóquio

Diogo Infante deixa o D. ...

Memória curta

Também quero o subsídio e...

Governo de salvação nacio...

Quando os escritores não ...

Golpe de estado militar

TOMBO

Março 2012

Fevereiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Julho 2010

Junho 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

SUBSCREVER FEEDS