Quinta-feira, 31 de Maio de 2007

Em cada 8 segundos morre uma pessoa por problemas causados pelo tabaco, diz a OMS.



publicado por Ricardo Nobre às 08:13 | referência | comentar | ler comentários (3)

Quarta-feira, 30 de Maio de 2007


publicado por Ricardo Nobre às 19:38 | referência | comentar

Não fiz greve e não concordo com este tipo de greve.
Os sindicalistas gritam e clamam que há casos de pressões e mesmo intimidação por parte de superiores, para que as greves não se façam. No entanto, o contrário é muito mais evidente: cadeados, sabotagens (como aconteceu no metro do Porto) e não me venham dizer que não há pressões e ameaças àqueles que não fazem greve, porque já assistimos a isso por diversas vezes.
Mas o que interessa agora dizer é que os motoristas da Carris mostraram um comportamento exemplar, por terem vindo trabalhar. A cidade já não passa sem metro, mas não pode parar, o que felizmente não aconteceu por estes profissionais terem chamado a si a necessidade de transportar quem não pretendia fazer greve.
Quanto aos funcionários do metropolitano de Lisboa, espero bem que venham a ser castigados por não terem cumprido os serviços mínimos noticiados desde ontem.


publicado por Ricardo Nobre às 17:44 | referência | comentar

Segunda-feira, 28 de Maio de 2007
Se precisares de um doutoramento e mais seis anos na carreira, só tens de me mandar um fax.
Fonte: PÚBLICO.


publicado por Ricardo Nobre às 08:38 | referência | comentar | ler comentários (3)

Domingo, 27 de Maio de 2007
A publicidade e o marketing poderiam ser modos de comunicação de indesmentível qualidade, mas perderam-se em excessos. Em Portugal, estes domínios há muito que se afastam dos ideais que beneficiariam tanto profissionais que neles trabalham, como os consumidores. Há, obviamente, boa publicidade, mas, no geral, a publicidade com que deparamos é medíocre, sem inovação, com marcas e chavões inglesados, já para não falar nos erros de português. Sendo em excesso, chega a ser vomitiva. Só em coma profundo estamos sem publicidade (?).
Apesar de pagarmos passe, as nossas transportadoras lucram com publicidade: temo-la nas estações do metro (televisão, cartazes e até grandes painéis que forram paredes), dentro dos comboios do metro (ainda que mais discreta, ela lá está) e nos autocarros (cujas paragens são mantidas pelas empresas de publicidade). No expresso, há um canal de televisão com publicidade e auto-promoção (cuja qualidade não comento para manter os padrões deste blogue). Há aquela publicidade que forra edifícios inteiros, publicidade no multibanco, nos sítios da Rede e nos nossos correios electrónicos. Temos até publicidade nas casas de banho de centros comerciais e universidades.
No cinema, somos bombardeados com publicidade enquanto o filme não começa, bem como nos intervalos da televisão e da rádio. Há ruas de Lisboa cujos passeios estão ocupados com os malditos mupis.
É publicidade não desejada, a que não se pode fugir; que não pedimos, mas que somos obrigados a consumir.
A publicidade farta e enoja.
A não ser que estejamos em coma profundo. E irreversível.


publicado por Ricardo Nobre às 22:32 | referência | comentar

Sábado, 26 de Maio de 2007
O parlamento é um sítio porreiro para se estar e conversar um bocado.


publicado por Ricardo Nobre às 21:43 | referência | comentar | ler comentários (2)

Sexta-feira, 25 de Maio de 2007

Eu não sei onde fica a Ota.



publicado por Ricardo Nobre às 21:05 | referência | comentar | ler comentários (1)

Por ter sido o dia em que se inauguravam as feiras do livro, ontem voltou a falar-se dos hábitos de leitura dos portugueses e dos seus hábitos de compra de livros. As conclusões mostram-se algo preocupantes, visto que acabam por reflectir a nossa mediocridade cultural, que se relaciona com a formação média que (não) temos. Enfim, nada de surpreendente nos resultados das sondagens de ontem.
No entanto, quero falar de um dos itens dessas sondagens. Os portugueses não compram livros em feiras, mas sim em livrarias e hipermercados. Estranho? Vamos por partes.
1) Se o português é adepto de hipermercados e é lá que faz as suas compras, é natural que acabe por passar pela secção dos livros e comprar alguns.
2) O português adora centros comerciais e as livrarias fazem um grande investimento nessa área (há Fnac no C. C. Colombo e nos Armazéns do Chiado, Bulhosa nas Twin Towers e nas Amoreiras, Bertrand no C. C. Colombo, no Vasco da Gama, etc., só para mencionar algumas e só para me referir a Lisboa). Acaba por haver atracção, o que me parece muitíssimo bem.
3) As feiras dos livros são efemérides, acontecem principalmente no Verão e os preços que aí se praticam não são melhores do que os dos outros sítios. Qual é o desconto principal da feira do livro? 10%, que é o desconto que a Fnac, o Continente ou o El Corte Inglés oferecem diariamente. Assim, não me parece estranho que as pessoas não comprem na feira do livro e optem pela livraria. A feira do livro vale apenas pelos preços dos livros do dia, a 40% de desconto.
4) Outro aspecto a ter em conta é o facto de a classe dos compradores de livro ser média e média-alta. Os que não vão à feira da ladra, que é o que a organização da feira do livro lembra (não faltam as farturas, acho que só faltam os carrosséis). Se se pode comprar sossegada e comodamente no El Corte Inglés, que interesse há em ir para o Parque Eduardo VII, onde não há sítio para se estacionar o carro (a menos que o deixem no estacionamento do El Corte Inglés), com o piso íngreme (muito a descer, mas depois muito a subir), com vento, frio, chuva, sol, calor, grandes enchentes de carrinhos de bebé a baterem-nos nas canelas, enquanto os pais olham para o lado, para os livros? A portentosa vista para o rio não chega.
Em 77 anos muitas foram as mudanças na sociedade portuguesa. As feiras do livro mantêm-se iguais — e depois os organizadores queixam-se da adesão das pessoas a essas demonstrações de cultura de duvidoso interesse.
Não sou contra a realização das feiras do livro, mas se os preços são os mesmos que encontro todos os anos, não se lhe pode chamar feira. Se se publica muito e muita porcaria em Portugal, menos interesse há em lá ir. Nas livrarias também temos os bons livros estrangeiros.
Não sou contra a realização das feiras do livro, mas assim vou continuar sem lá ir.


publicado por Ricardo Nobre às 08:15 | referência | comentar | ler comentários (3)

Quarta-feira, 23 de Maio de 2007

Por vezes, antes de conhecermos uma pessoas já ouvimos falar muito dela e dela fazemos a ideia dentro da perspectiva de quem nos falou.
Quando temos a oportunidade de conhecer essa pessoa, ela não é como nos contaram. Na pior das hipóteses, não é assim tão mau. Por vezes, é muito boa pessoa.
No entanto, o contacto com essa pessoa vai revelando o monstro escondido e um dia esse monstro rebenta e percebemos muitas coisas.
Foi o que me aconteceu hoje.


publicado por Ricardo Nobre às 21:10 | referência | comentar | ler comentários (1)

Terça-feira, 22 de Maio de 2007
Há que reconhecer que existem universidades a mais em Portugal. A prová-lo estão seriações que mais ou menos sérias vão sendo tornadas públicas. As universidades que nelas figuram são sempre as mesmas: as três de Lisboa, a do Porto e a Católica.
Não quero fazer um tratado sobre a seriação que ficámos a conhecer hoje pelos meios de comunicação social, apenas uma observação simples.
A Universidade do Porto, a maior do país, ficou em 11.º lugar. Seria uma posição muito prestigiante se se estivesse a comparar esta universidade com as melhores do mundo, como Harvard, Cambridge ou Oxford; mas as universidades do corpus são apenas ibéricas e sul-americanas. Era nossa obrigação ter melhores posições.


publicado por Ricardo Nobre às 21:06 | referência | comentar | ler comentários (2)

Domingo, 20 de Maio de 2007
Ancient history A-level is to be saved from the scrapheap after a high-profile campaign calling for it to continue.
The last exam board in England to offer the subject, OCR, has decided not to abandon the course after pressure from ministers and academics.
Classicists, including shadow education minister Boris Johnson, argued pupils would be denied the chance to study the Roman Empire and ancient Greece.
OCR said it was responding to demands from teachers and academics.
The exam board had been proposing to scrap the qualification as a separate A-level from 2008.
Only 530 students are currently studying for the exam this year.
Elements of the old ancient history exam were to be taken into a new classical civilisation A-level.
A spokeswoman said: “We have had quite a demand, mainly from the teaching community, who really want the qualification to continue.
“We are now working with the Joint Association of Classical Teachers to make the qualification more attractive.”
In a joint statement with the association, OCR said they would be working together to ensure it is offered to students alongside its other Classics A-levels.
However, there is a some doubt whether the qualification will be ready in time.
The move comes after schools minister Lord Adonis said he was unhappy with plans to scrap it.
’Delighted’
During a Lords debate, he said: “All periods of history, from the ancient to the modern, can inspire our young people to study the subject, opening them up to skills that are essential in today’s world as well a vital understanding of our past.
“The government is not content to see the end of ancient history as a single A-level and has invited the exam boards to come forward with proposals for it to continue.”
Mr Johnson, who had argued the subject covered events that were critical in shaping our civilisation, said he was delighted with the news.
“We need a proper ancient history A-level, as well as proper A-levels in Latin and Greek, not a pic-n-mix mish-mash which will inevitably weaken the study of classics.
“Today’s announcement is a triumph. Veni, vidi, vici.”
Mr Johnson had joined pupils from London’s Godolphin and Latymer school in a toga-wearing protest outside the House of Commons earlier this week.
A DfES spokesman welcomed the move, saying: “Retaining this A-level means that future years of school children will be able to develop a detailed understanding of our society’s ancient history and translate that knowledge into today’s world.”


Retirado de: BBC education.



publicado por Ricardo Nobre às 20:53 | referência | comentar

Se a nossa letra diz quem somos, o tipo de letra que usamos no computador também.
Que fonte usamos com mais frequência? Porquê?
Leiam aqui.


publicado por Ricardo Nobre às 20:43 | referência | comentar

RÁDIO
TSF — Rádio Notícias (emissão directo)
BBC Radio 4 (emissão directo)
BBC World Service (emissão directo)
BBC Radio 3 (emissão directo)
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Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra
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Oxford University Libraries (SOLO)
Harvard Libraries (HOLLIS)


Editoras
Cambridge University Press: Catálogo de Literatura; Catálogo de Estudos Clássicos
Oxford University Press: Catálogo de Literatura; Catálogo de Estudos Clássicos; More than Words (Oxford World’s Classics)
Routledge: Catálogo de Literatura; Catálogo de Estudos Clássicos
Penguin Books


Revista CLASSICA — Boletim de Pedagogia e Cultura

LÍNGUA PORTUGUESA
Vírgulas
Sujeito e Predicado

Vocativo

Oração Causal

Oração Concessiva

Oração Condicional

Oração Conformativa

Oração Final

Oração Proporcional

Oração Temporal


Uso do apóstrofo


Vocabulário estudado
à
Alcaida
contracto
contrato
de
de mais
demais
grama
majestoso
para
presidenta
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sediar
se não
senão
seriação


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Código de Redacção Interinstitucional
Dicionário da Língua Portuguesa (Priberam)
Dicionário da Língua Portuguesa (Porto Editora)
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Corpus do Português
Corpus Lexicográfico do Português
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