Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2007
Já foi inaugurada e está patente no Museu Nacional de Arqueologia a exposição Vasos Gregos em Portugal — Aquém das Colunas de Hércules. Além desta, o museu oferece a oportunidade de ver ou rever Mosaicos Romanos nas colecções do Museu Nacional de Arqueologia e Religiões da Lusitânia. Loquuntur saxa.


publicado por Ricardo Nobre às 10:18 | referência | comentar

Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2007
Há demasiados licenciados em ciências sociais. Todos os anos entram milhares de alunos nas várias faculdades de Letras e de Ciências Sociais e Humanas, o que concorre para o aumento de desemprego destes licenciados.
Dizem-nos que o país precisa de investigadores científicos e de tecnologia; sabemos que ser licenciado em línguas e literaturas é pouco prestigiante e não tem qualquer reconhecimento social. No entanto, toda a gente lamenta o fecho da licenciatura em Português na Universidade de Cambridge. Esquecem-se que, em Portugal, há muita gente a pugnar para que se fechem cursos de letras por falta de verbas, o mesmo motivo por que a Universidade de Cambridge aponta para a extinção de uma licenciatura numa língua europeia, mas também culturalmente irrelevante.
Vejamos este número da Varsity.
Seria interessante aproveitar este fecho para reflectir sobre a morte sempre pendente de cursos culturalmente significativos, como o caso de licenciaturas que “não têm saída profissional”.


publicado por Ricardo Nobre às 09:58 | referência | comentar | ler comentários (1)

Sábado, 27 de Janeiro de 2007
Este artigo foi retirado. A lista está agora disponível e em constante actualização neste endereço.

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publicado por Ricardo Nobre às 13:14 | referência | comentar | ler comentários (4)

Sexta-feira, 26 de Janeiro de 2007
Determinante Artigo: os amotinados pela inclusão do artigo na classe de determinantes devem ter estado a dormir, pois há muitos anos as gramáticas escolares (Da Comunicação à Expressão: Gramática Prática de Português ou a Gramática do Português Moderno, nas edições pré-TLEBS) incluíam os artigos na classe de determinantes — e há muito tempo que há determinantes demonstrativos e possessivos, que têm as mesmas formas de pronome, mas não são pronomes... procedeu-se, pois, a uma uniformização desejável.

Quantificador é uma classe de palavras que os revoltosos acham nova. No entanto, está consignado que se trata da “palavra que exprime quantidade, como todo, muito pouco, cada” — e que o “quantificador universal” é um conceito da área da Lógica contemporânea: “quantificador (simbolizado algebricamente) que indica o alcance universal ou abrangente do termo (igualmente cifrado) ao qual se relaciona, correspondendo, num âmbito não matemático, a proposições como todos os homens são falíveis”.

Modificador: conceito consignado desde 1933 pelos Estruturalistas. “Numa análise em constituintes imediatos, elemento cuja distribuição diverge da distribuição da construção total (p.ex., em a menina de cabelos louros, o modificador é de cabelos louros, e a cabeça, menina; em de cabelos louros, o modificador é louros, e a cabeça, cabelos)”.
As citações são retiradas do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa.

Fonética: não vale a pena juristas ou políticos armados em linguistas — ou professores de Português — virem indignar-se pela subclassificação que eles acham excessiva das consoantes (em oclusivas, fricativas, laterais, vibrantes): ela existe há muitos anos e a TLEBS não apresenta novidades significativas a esse respeito.

É preciso ver que a maior parte das pessoas acha tudo muito novo porque, para eles, a gramática é, efectivamente, um novo mundo, totalmente desconhecido.
Além disso, não nos podemos esquecer que tudo pode ser analisado segundo uma perspectiva do achincalhamento. Por exemplo, Ricardo Araújo Pereira fez umas piadas sobre a TLEBS na VISÃO há uns meses. Brincava com a designação de “nome epiceno”. ORA: não vir no epítome gramatical que temos lá em casa não significa que esta é uma designação que não existe já. Agora passou a fazer parte do nosso léxico. É complexo de mais para a escola? Quem o decide será quem faz os programas.


publicado por Ricardo Nobre às 09:34 | referência | comentar | ler comentários (7)

Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2007
Contra o abordo
Eu sou contra o aborto. Sou contra o "aborto por opção sabendo que bate um coração" e contra a contribuição dos "meus impostos para pagar clínicas de aborto". Mas sou ainda mais contra a prisão, até seis anos, de mulheres que o fizeram. Até gostava que o dinheiro dos meus impostos fosse para gastar na criação de uma disciplina de Educação Sexual e Planeamento Familiar, no acompanhamento psicológico a quem tomar a decisão, no amparo da segurança social no caso de as mulheres acabarem por decidir ter o filho...

Defensores do "não" dizem que, se as mulheres não querem os filhos, que os ponham ao cuidado da segurança social ou de instituições de solidariedade. Por favor, notem que todas as pessoas têm o direito de uma educação e de uma formação sérias e com valores; no entanto, mais importante do que isso é o direito de se ser amado pela família, sentimento que nenhuma instituição, por melhor e mais conceituada que seja, consegue transmitir a nenhum dos seus 'não-abortados'. Conheço pessoas que foram educadas por freiras toda a vida, sendo os pais emigrantes. Não desejo que não tivessem nascido, mas vejo nelas uma carência extrema: a falta de amor da família é uma facada maior do que o aborto! Casos recentes de pais a bater em crianças até à morte – ou o terrível caso da "pequena Joana" – mostram que chega a ser, simplesmente, perigoso, deixar crianças indesejadas ao cuidado de pais que se tornam verdadeiros assassinos.

É preciso erradicar da cabeça das pessoas que são pelo "não" que a despenalização do aborto não significa a obrigatoriedade de todas as grávidas passarem a abortar: não é como ter um telemóvel, como compara João César das Neves, professor de Economia na Universidade Católica Portuguesa.

Já agora: é preciso que não se avance com argumentos do tipo "não vou pagar abortos com o meu dinheiro", porque eu, mesmo profundamente anti-tabagista, não ando a defender que os fumadores que venham a desenvolver cancro não sejam tratados nos Institutos de Oncologia com o meu dinheiro. Eu, mesmo crítico relativamente à (in)segurança rodoviária, não defendo que os acidentados não deviam tratados nos hospitais, pagos por mim, se forem os culpados do acidente (por terem sido irresponsáveis ao volante, estivessem bêbados, por exemplo)... Ah, pois, há mais dinheiro "mal gasto" do que o que se vai gastar com o aborto.

Não é uma decisão a ser tomada de ânimo leve; não é por acaso que esta prática deixa marcas psicológicas profundas em quem a leva a efeito. E a criança que nascer? Não chega a segurança de instituições que a acolhe. A criança vai ser sempre a "enjeitada", a "coitadinha", e sobretudo, como disse, a que não tem amor de mãe.

A despenalização do aborto não é como se estivéssemos a despenalizar a corrupção ou o tráfico de droga, como compara Luís Marques Mendes do PSD. Há quem enriqueça por fazer abortos clandestinos, mas não é por uma questão de dinheiro que se deve legalizar a prática, é por uma questão social e humana – a mulher tem pleno direito sobre o seu corpo.

Este referendo deveria ser obrigatório para as mulheres e proibido para os homens. Cabe à mulher também esta emancipação, a do seu corpo, livrando-o, principalmente, de jugos e preconceitos religiosos.


publicado por Ricardo Nobre às 11:35 | referência | comentar | ler comentários (2)

Terça-feira, 23 de Janeiro de 2007
O mundo divide-se entre aqueles que lêem os livros e os que lêem os apontamentos da Europa-América.

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publicado por Ricardo Nobre às 10:26 | referência | comentar | ler comentários (2)

Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2007
Questões linguísticas do aborto
Há uns tempos, ouvi alguém do CDS (ainda é PP?) reclamar que "interrupção voluntária da gravidez" era eufemístico – e, por incrível que pareça, disse que uma "interrupção" era alguma coisa que poderia ser retomada, ao contrário do "aborto", que é irreversível; num PÚBLICO da semana passada, li uma citação – também de alguém que não decorei – que a direita fez de "aborto" uma palavra pejorativa e que a esquerda respondeu com essa perífrase (a citação não dizia "perífrase", mas é esta a ideia) que embeleza a realidade.

Não sabia que o CDS era especialista em lexicologia, mas reconheço que é o que a maior parte dos portugueses faz: atribui significados (por vezes 'refinando-os') às palavras quando estas significam outra coisa. "Interromper" vem do latim interruptio, onis, da raiz romp-, a mesma do verbo rumpo, is, ere, rupi, ruptum, que significa 'romper, parar, interromper', do substantivo ruptura, ae, 'ruptura, fractura', de corrumpo, is, ere, 'destruir, estragar, corromper' e, naturalmente, de interrumpo, is, ere, 'interromper, quebrar a continuidade, romper pelo meio, cortar'. Não me parece que interrupção seja algo que se pode continuar depois: "acto ou efeito de interromper(-se); descontinuação; suspensão; cessação", lê-se no Dicionário Houaiss, de onde tirei também parte da etimologia.

Porque será melhor "interrupção voluntária da gravidez"? Em primeiro lugar porque é o que vem na pergunta do referendo. Em segundo porque temos de destacar o acto voluntário, ou seja, aquele em que entra a vontade de alguém (mulher). E finalmente e mais importante, porque "aborto" não implica vontade, pois há abortos espontâneos, como até os leigos sabem. E, sim, é uma palavra feia, que é usada também para designar defeitos e anomalias, como nestes exemplos do mesmo Dicionário Houaiss: "essa cadeira de três pernas é um aborto", "esse arbusto retorcido é um aborto da natureza".

Outra questão linguística relacionada com o referendo tem que ver com a propaganda que uma plataforma pelo "não" que dá pelo paradoxal nome de "não obrigada". Esta expressão pretende ser a resposta a perguntas como "Abortar por opção sabendo que já bate um coração?"; "Contribuir com os meus impostos para pagar clínicas de aborto?". Se a resposta é "não obrigada" quer dizer que "não o farei obrigada, mas fá-lo-ei voluntariamente". No entanto, se se trata, como parece, de uma organização contra a despenalização, então a resposta deveria ser "não, obrigada", como forma de agradecimento: "não o farei, mas agradeço a pergunta". Veja-se, a este propósito, a Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Cunha e Cintra, pág. 646, e o indispensável Helder Guégués.


publicado por Ricardo Nobre às 09:58 | referência | comentar

Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2007
Quebro o meu período de silêncio sobre o assunto só para alguns apontamentos
Eduardo do Prado Coelho volta a atacar a TLEBS no PÚBLICO de hoje. É engraçado, para não dizer ousado, que se recuse a participação dos pais na avaliação dos professores, mas depois seja em nome deles que se fala quando está em causa a progressão científica do estudo da língua – no caso, pela gramática.
No texto que escrevi antes sobre o assunto, um “Anónimo”, muito esperto, diz que tenho lido pouco sobre o assunto, indicando-me, precisamente a página por que me guio para ler sobre o tema. (Já agora, se o anónimo acha que eu faço afirmações gratuitas engana-se: além de formado, o que digo sobre a TLEBS não é o que toda a gente diz pelo simples motivo de não me basear no que os outros dizem, mas porque faço eu as minhas próprias reflexões – e SIM, [a]s críticas que eu tenho lido mostram sempre os mesmos argumentos (porque as pessoas se baseiam umas nas outras e nunca abriram uma gramática com a nova terminologia para confrontar com a gramática tradicional e ver quantas incongruências têm))
Ora, hoje deparei com este testemunho, que me parece de enorme importância.
Não aceito de forma cega tudo o que vem na tal portaria, mas admito que é um importante contributo para algumas mudanças fundamentais.


publicado por Ricardo Nobre às 10:15 | referência | comentar

Segunda-feira, 15 de Janeiro de 2007
Li no Cultura Clássica que acaba de ser publicada a tradução latina de Harry Potter e a Câmara dos Segredos. Partilho um bocado da ideia do André relativamente a este tipo de tradução para Latim, mas quero realçar o sucesso (à sua escala) que acabam por se tornar, tanto que há dois volumes traduzidos. E não deixa de ser giro ver como J. K. Rowling escreveria se estivéssemos na Idade Média!
Lembro que também há uma tradução em grego antigo.
Ligações:
Harrius Potter et Philosophi Lapis;
Harrius Potter Et Camera Secretorum;
Et tu Harri! Latin Potter books on the way;
It's all Greek to Harry Potter;
Harry Potter traduzido em latim e grego antigo.


publicado por Ricardo Nobre às 17:40 | referência | comentar

Domingo, 14 de Janeiro de 2007
Tenho adiado publicação de outros textos sobre a terminologia linguística porque, e como é do conhecimento de todos, as falhas da TLEBS vão agora ser revistas por um grupo de especialistas (nem todos linguistas – lembro apenas V. M. Aguiar e Silva, distinto Professor, autor da Teoria da Literatura da Almedina).
Já aqui expressei repetidas vezes que sou a favor da TLEBS, mas nunca me passaram despercebidos erros ou faltas (algo que eu tencionava explorar em texto próprio). As críticas que eu tenho lido mostram sempre os mesmos argumentos (porque as se pessoas baseiam umas nas outras e nunca abriram uma gramática com a nova terminologia para confrontar com a gramática tradicional e ver quantas incongruências têm). Eu sei que há muita gente que apenas acha os nomes “abstrusos”, mas, tal como em tudo na vida, é uma questão de hábito (tal como eu me habituei a apanhar o 768 em vez dos antigos 63 ou 68).
Espero que a revisão resulte em algo um pouco mais consensual (nunca será nada do agrado de todos), até porque, como disse, há especialistas na revisão que são de outras áreas que não da Linguística.
O texto que eu tinha pensado como fortemente negativo da TLEBS incluiria críticas que nunca vi discutidas (ou muito mal discutidas, ou com outras perspectivas), como a relação dos novos termos com os que se usam na aprendizagem das outras línguas. Não falo do inglês, onde pouca gramática se aprende, mas do francês, do alemão e, naturalmente, nas “minhas” clássicas: o latim e o grego. Por exemplo – e atendo-me ao que se passa na minha faculdade – não é só o Departamento de Linguística que ensina línguas estrangeiras: o Departamento de Estudos Clássicos ensina Latim e Grego. Não faz sentido, mesmo num nível universitário, os alunos aprenderem “complementos circunstanciais” em Latim e irem ouvir falar de “modificadores frásicos” noutra cadeira. Isso seria deixar as coisas como estão – e piorá-las, pois se a nomenclatura gramatical tem variantes, isto significaria que se passava a ter duas nomenclaturas/ terminologias, com diferentes métodos de análise linguística!
Resumindo: espero que a terminologia seja (bem) revista e que, quando sair, o senhor Graça Moura não tenha achaques contra alguns dos seus autores/ revisores, com os seus famosos argumentos ad hominem.

Ligar:
+ Entrevista a Luís Capucha.


publicado por Ricardo Nobre às 09:20 | referência | comentar | ler comentários (2)

Sábado, 13 de Janeiro de 2007
Adiei tanto que me falhou completamente. Acabei por não ir ver a exposição Amadeo de Souza-Cardoso. Diálogo de Vanguardas, e nem sequer a referi no blogue. Era uma exposição temporária que resultou num estrondoso sucesso - a Gulbenkian ficou e vai ficar aberta a noite toda até às 0h de domingo. Lamento a minha própria perda e incúria.

Tópicos:

publicado por Ricardo Nobre às 11:33 | referência | comentar

A pergunta com que mais deparo, logo depois de para que é que isso [=licenciatura em Línguas e Literaturas Clássicas] serve?
Raramente dou resposta consistente, mas, de cada vez que penso no assunto, as respostas multiplicam-se.
Para que serve? Para ser feliz. Para saber o que sei — e o que saberei.


publicado por Ricardo Nobre às 11:00 | referência | comentar | ler comentários (3)

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