Quinta-feira, 28 de Setembro de 2006
É preferível o suicídio mais imundo à mais higiénica servidão!...

 

Séneca, Epist. 70.21 (trad. de J. A. Segurado e Campos)


publicado por Ricardo Nobre às 11:10 | referência | comentar | ler comentários (1)

Quarta-feira, 27 de Setembro de 2006
Nas vésperas da edição do livro O Ensino da Matemática: recuperar o tempo perdido (org. de Nuno Crato, edição da Gradiva), tive a oportunidade de ler de uma assentada o livro O “Eduquês” em discurso directo — uma crítica da pedagogia romântica e construtivista (do mesmo Nuno Crato, Presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática). Escrita clara, simples, incisiva.
No final da leitura, fiquei com a impressão de que todas as minhas ponderações relativas ao ensino têm alguma lógica, pelo menos à luz da psicologia moderna (revejam-se algumas já aqui defendidas). Claro que eu nunca conseguiria argumentar tão bem, mostrando tantos ensaios científicos — mas se este livro for colocado em prática, só ficamos a ganhar: enquanto matemáticos, enquanto classicistas, até, mas sobretudo enquanto cidadãos que formam outros cidadãos (não é em absoluto o meu caso, por isso falo sem mundanal afeiçom, citando Fernão Lopes).
Outra consideração vai ao encontro daquele que é o meu entendimento de formação de professores: as escolas superiores de educação não formam bons professores e muito menos educadores. O primeiro requisito para se ser professor é a preparação científica.
Que me desculpem os alunos das ESE, mas estão a ser enganados e a perder tempo.
Na sequência da doutrina oficial usada no ensino português, os manuais também são maus e precisam de alguém que os reveja sim (um pouco à semelhança daquilo que, para o Português e a Literatura, Maria Alzira Seixo defendia, e BEM, numa VISÃO de há tempos).
O “Eduquês” em discurso directo — uma crítica da pedagogia romântica e construtivista tem de ser lido por todos, mas é obrigatório para professores e educadores. (Já estou à porta da FNAC para comprar o novo livro, assim que sair.)

PS: Para ver como funcionam investigações na área da neurologia e psicologia modernas, convirá ouvir a entrevista de Alexandre Castro Caldas a Carlos Vaz Marques, para o programa Pessoal e... transmissível, da TSF [agora disponível apenas em podcast].

* O título deste texto retoma o da obra de Gustave Flaubert, L’ éducation sentimentale.


publicado por Ricardo Nobre às 11:19 | referência | comentar

Terça-feira, 26 de Setembro de 2006

Vês aqui a grande máquina do Mundo,
Etérea e elemental, que fabricada
Assi foi do Saber, alto e profundo,
Que é sem princípio e meta limitada.
Quem cerca em derredor este rotundo
Globo e sua superfícia tão limada,
É Deus: mas o que é Deus, ninguém o entende,
Que a tanto o engenho humano não se estende.

 


Luís de Camões, Os Lusíadas 10.80


publicado por Ricardo Nobre às 13:59 | referência | comentar

Segunda-feira, 25 de Setembro de 2006
Tem-me causado alguma estranheza o facto de agora tudo ser de “qualidade”...
A Carris é uma empresa certificada, tem carreiras certificadas, mas o serviço não é de qualidade. A Gertal, empresa de restauração, propagandeia a “gestão de qualidade”, mas numa cantina universitária serve rissóis ou hambúrgueres em todas as refeições, uma tacinha meia de sopa (acompanhados de um guardanapo, um papo-seco e uma sobremesa a saber a medicamentos).
Definitivamente, “qualidade” é a palavra da moda. Por isso, fui à procura de qualidade onde estão as palavras.


1. Começou ontem a sair com o JN o primeiro volume do Dicionário Enciclopédico Português. Custou 1€ e vai passar a custar 8,80€, a partir do próximo domingo.
1.1 Nos anúncios que lemos nos MUPI e noutros suportes publicitários e na rádio, fica patente a criação de necessidade de comprar um produto “essencial para quem quer saber mais e pagar menos”. O próprio artigo que o jornal traz sobre o dicionário enciclopédico explica o papel da enciclopédia, tentando usar de certo humor (este artigo é uma incursão literária de Ana Martins, do Ciberdúvidas, totalmente inepta, diria eu).
1.2 Não obstante, ninguém tinha dito do que se tratava efectivamente:
- capa dura;
- 22/ 14cm;
- 512 páginas;
- sem prefácio, introdução, preâmbulo, exposição do método.
1.3 Ainda assim, o pior de tudo não foi noticiado: TRATA-SE DA REEDIÇÃO DA ENCICLOPÉDIA DISTRIBUÍDA PELO PÚBLICO DE 21 DE MARÇO A 27 DE JULHO DE 2004. Mas há diferenças. Aquela tinha 20 volumes, este “Dicionário enciclopédico” tem dez (os restantes serão dicionários bilíngues, ou seja, já não são “enciclopédicos”), o que ficará certamente mais barato para quem completar a colecção. A formatação é a mesma, o tipo de papel é mais fino e parece-me que mais brilhante; tinha fotografias e mapas, a enciclopédia, este dicionário não.
A propagandeada “qualidade Verbo” vê-se em pormenores como uma etimologia deficiente ou a simples ausência de uma entrada “Al-Qaeda” (ou Alcaida).

2. Um dicionário escolar
Com efeito, tenho andado surpreendido com a “qualidade Verbo”. Saiu o Dicionário da Língua Portuguesa deles.
2.1 Aquele dicionário escolar tem como características:
- ausência de etimologia e profusão de informações desnecessárias que essa ausência provoca (por exemplo, dizer que o superlativo absoluto sintético de “amável” é “amabilíssimo” seria escusado se tivesse etimologia);
- estar de acordo com a nova terminologia linguística para os ensinos básico e secundário;
- ter tido o apoio do Ministério da Educação (e por conseguinte o nosso apoio) e ainda assim custar mais de 30€.

2.2 Atenção que nada disto compete com o prospecto que o apresenta. Ali lemos:

Esta obra resulta de um trabalho aturado e exaustivo, levado a cabo por uma vasta equipa de investigadores, de estudo dos termos e expressões linguísticas correntes na Língua Portuguesa bem como dos termos aplicados nas diferentes áreas curriculares dos Ensinos Básico e Secundário.


Noutro passo lemos que

Construído de raiz por um grupo de investigadores de referência e apresentando uma estrutura inovadora, sob o ponto de vista pedagógico, o novo Dicionário Verbo da Língua Portuguesa inclui terminologias próprias das áreas curriculares, com informação actualizada e rigorosa, é de fácil consulta e assume-se como um guia prático e essencial de consulta e estudo para professores e alunos, tendo por isso o apoio do Ministério da Educação e demais entidades oficiais.


Esquecendo o facto de todo o texto estar escrito em itálico, e a falta de alguma pontuação, é confrangedora a informação repetida. Até porque o dito folheto continua a insistir:

Desenvolvido para ser manuseado por utilizadores a partir dos 9–10 anos de idade, o novo Dicionário Verbo da Língua Portuguesa é, à data, o único dicionário a integrar a Nova Terminologia Linguística adoptada pelo Ministério da Educação para os Ensinos Básico e Secundário, assumindo-se, pois, como um guia de referência prático e essencial para professores, alunos e público em geral.


Se ainda não se tinha percebido, noutro lado, lá vai outra vez:

O novo Dicionário da Língua Portuguesa foi concebido tendo em vista características e necessidades de estudantes a partir da faixa etária dos 9–10 anos, mas o número de termos e de expressões, a riqueza da sua estrutura, a quantidade de informação.



2.3 Do que eu mais gosto é de confrontar “os números” com o “descobrir as diferenças”. No primeiro caso, diz-se que este dicionário contém as “30.000 palavras mais frequentes da lingua [sic] portuguesa”. Para ajudar a descobrir as diferenças, diz:

Até aqui tudo o que sabemos sobre dicionários é que são obras com milhares de palavras, às quais recorremos sempre que necessitamos de procurar o significado de algum termo com o qual não estamos totalmente familiarizados.
Mais o que oferecer informação actualizada, os dicionários existentes são, acima de tudo, um “repositório” de informação repetida ao longo de décadas e de sucessivas edições, tornando-se, por isso, não raro, obras desactualizadas.


Repito a citação “mais do que oferecer informação actualizada, os dicionários existentes...”. Se oferece mais do que quer dizer que tem isso e tem mais; no caso, além de informações actualizadas, tem informações desactualizadas. Esquecem-se do facto de os dicionários servirem TAMBÉM para nós consultarmos as palavras desactualizadas.
A ideia com que fico é a de que o dicionário da Verbo serve para me dizer o que é uma Playstation, um telemóvel e uma cadeira. Novidade: eu sei o que isso é.

2.4 No exemplo prático, tenta-se mostrar a debilidade do Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora. Não digo que este seja óptimo, mas quando temos telhados de vidro (ou não temos telhado), não andamos a atirar pedras aos dos outros.
2.5 Tantos investigadores, tanto investimento e ninguém travou na tipografia o prospecto que escreve “lingua portuguesa” e que anuncia (sim, o melhor ficou para o fim) que responde “às nessidades”. Não lemos mal. Um atropelo compreensível na fonética, mas não na escrita rigorosa e de qualidade da Verbo.

3. “A nova Aventura da Língua Portuguesa começa aqui!” Coitada da língua, que tem de passar por tanto, principalmente por prospectos de dicionários cuja qualidade está por verificar...
Poupe-se algum dinheiro com estas edições dos jornais, e estes dicionários “novos”, “de raiz”, feitos por “investigadores” que ninguém conhece.
Os melhores dicionários da língua portuguesa que existem são claramente o Houaiss e o Grande Dicionário da Língua Portuguesa, da Porto Editora.


publicado por Ricardo Nobre às 11:11 | referência | comentar | ler comentários (3)

Sexta-feira, 22 de Setembro de 2006
O Professor Chistopher Kelly* escreveu para integrar a colecção A Very Short Introduction um pequeno volume (153 páginas, com formato de 11 por 17,5 cm) sobre o Império Romano.
É um epítome precioso, para quem se inicia no estudo, ou simplesmente para curiosos. O Autor revela na Introdução que

A principal preocupação dos seguintes capítulos é entender o alcance de Roma em estabelecer e manter um dos maiores impérios do mundo... esse sucesso em si pede uma explicação rica e complexa.


Daí que seja, ainda, inestimável o guia de Further Reading, que destaca as obras basilares para temas como Augusto, Eneida, Culto Imperial, Plínio, Suetónio, Nero, Tácito, províncias romanas, Adriano, gladiadores, Pompeios, democracia, agricultura etc.
O sétimo e último capítulo refere-se à recepção de Roma na cultura romana, donde se destacam os melhores e piores aspectos civilizacionais herdados.
Preço FNAC: 12,47 €.

* Professor da Universidade de Cambridge, que é também figura habitual no Canal História.


publicado por Ricardo Nobre às 13:22 | referência | comentar

Quinta-feira, 21 de Setembro de 2006
A cidade está caótica, pela chuva e pela greve no Metro.
Adoro dias assim.
A sério!


publicado por Ricardo Nobre às 09:43 | referência | comentar | ler comentários (2)

Quarta-feira, 20 de Setembro de 2006
Quando o Estado deixou de fixar o preço dos combustíveis, abrindo o mercado português aos abanões do mercado internacional, houve quem dissesse que o consumidor sairia beneficiado, porque os efeitos positivos e negativos (baixa e alta de preços do petróleo) iriam reflectir-se mais rapidamente na sua carteira.
No entanto, a frágil situação geo-relígio-política de alguns países fez com que um certo ataque a certas torres numa certa cidade fez com que um certo país começasse a metralhar certos países que eram e são aliados desses que têm fragilidade geo-relígio-política. E o petróleo aumentou.
Já não me lembro se foi no mandato-não-totalmente-cumprido do sr. José Manuel Barroso que, não só os automobilistas portugueses passavam a sentir as flutuações do mercado directamente no bolso, mas também os utentes de transportes públicos — as empresas de autocarros e de comboios tinham muita despesa com as diferenças entre passes e gasóleo. Daqui resulta, naturalmente, que o preço dos passes e bilhetes passasse a estar indexado ele mesmo ao mercado de petróleo. Daí que os aumentos modernos começassem a ser quase de dois em dois meses. De notar ainda a esperteza dos agentes de transportes públicos de Lisboa. O antigo L0 passa a ser Carris-Metro 30 dias. O que dava para 31 dias nalguns meses, passa a dar só para 30. Eles ficam a ganhar um dia em diversos meses e nós só ganhámos um ou dois dias em Fevereiro.
Actualmente, o petróleo começou e continua a baixar (o Iraque continua americano, o mercado continua “sensível”, mas não há motivos para o petróleo continuar a atingir máximos históricos diariamente).
Os preços dos passes continuam estáveis e não acompanham a descida do preço do petróleo. Eu percebo o que se passa porque não sou estúpido. Mas quando dizem que sobem porque o petróleo está caro, estão a mentir, porque não baixam quando o petróleo está barato. Mais vale dizerem: apesar da publicidade que vendemos nas estações do metro e nos autocarros, não temos dinheiro para lhes darmos motoristas bem-educados e viagens tranquilas e em silêncio. E aí eu digo: gaste-se menos em painéis informativos do tempo de espera (temos de esperar à mesma, não é?), em estudos para criação de uma Rede Sete que é um fracasso, em publicidade a essa mesma Rede Sete (que até foi insuficiente)... e finalmente pague-se menos aos administradores do Metro e da Carris. E quem diz Metro e Carris diz CP, Transtejo/ Soflusa, Eva, Fertagus etc. etc. etc.


publicado por Ricardo Nobre às 09:45 | referência | comentar | ler comentários (1)

Domingo, 17 de Setembro de 2006
O Parlamento Europeu pediu explicações ao governo português. E, nos meios de comunicação social, os políticos (de onde quer que se sentassem no hemiciclo) concordavam que não tínhamos nada de dar explicações à Europa porque ainda somos um país soberano.
Ora, parece é que ninguém avisou o Parlamento Europeu dessa decisão/descoberta, nem disse que não tencionávamos explicar-lhes coisa alguma, porque o governo responde perante o Parlamento Português.
E então, ingénuo da nossa súbita assunção de soberania, o PE vai enviar uma missão a Lisboa para saber das explicações.
Senhores europeus, nós somos soberanos, respondemos perante o nosso parlamento. Só se os senhores fossem voos da CIA a transportar presos políticos para as prisões de Guantânamo é que eram bem-vindos!
 
PS: Claro que estou a ser irónico. A Europa tem de saber do que se passa, pois esta não é uma questão de soberania política, trata-se antes de um claro caso de violação dos Direitos Humanos. Além disso, não me lembro de ter havido explicações ao parlamento português...


publicado por Ricardo Nobre às 09:22 | referência | comentar | ler comentários (1)

Sábado, 16 de Setembro de 2006
Não se pode dizer nada, fazer qualquer conclusão lógica acerca da sua crença divina e motivação religiosa que lá vêm os bárbaros muçulmanos prometer que dão cabo de nós.
Os cartuns que satirizavam Maomé foram um exemplo de compreensão e harmonia religiosa entre Ocidente e Oriente.
Agora, depois de o Papa Bento XVI concluir que a Deus não se chega ao pontapé e por meio do sangue, recomeçaram as ameaças porque os muçulmanos ficaram ofendidos. O papa acaba há instantes de pedir desculpa. Só lhe fica bem, porque ninguém queria que os muçulmanos queimassem a biblioteca do Vaticano, ou destruíssem os ricos tesouros da Igreja Católica.
Eles não são brutos porque partem tudo à pedrada, são brutos porque são sensíveis.


publicado por Ricardo Nobre às 12:59 | referência | comentar

No total, foram colocados 34841 candidatos e sobraram 11687 vagas.
Em relação às faculdades de Letras e de Ciências Sociais e Humanas mais importantes, a que teve maior número de colocados foi a Faculdade de Letras da Universidade do Porto, com 601 vagas preenchidas. Esta foi também a faculdade que registou a média mais alta (130,6 pontos) de entrada nos seus 15 cursos, que ainda não foram redesenhados para adequação a Bolonha.
Segue-se a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com o total de 542 colocados, que tem, no entanto, a média mais baixa das quatro ponderadas (113,3 pontos), mas também o maior número de cursos oferecidos: 19 (todos em harmonia com Bolonha). Na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Nova, para 13 licenciaturas, entraram 507 candidatos (média: 122 pontos). 336 alunos foram colocados nos 15 cursos da Faculdade de Letras de Coimbra, com uma média de 116 pontos.


publicado por Ricardo Nobre às 09:15 | referência | comentar

Os quatro colocados nesta licenciatura entraram todos em primeira opção.


publicado por Ricardo Nobre às 08:23 | referência | comentar

Entraram três alunos na nova licenciatura em Estudos Clássicos na FLUL: dois em primeira opção e uma em quarta.


publicado por Ricardo Nobre às 08:12 | referência | comentar

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