Quinta-feira, 31 de Agosto de 2006
1994. Portugal vivia o segundo governo de Cavaco Silva. A tensão era evidente na educação, sendo ministra Manuela Ferreira Leite. Vicente Jorge Silva*, jornalista, então director do PÚBLICO, escrevia nas páginas do seu jornal que os protestos obscenos dirigidos à ministra da Educação provinham de uma “geração rasca”. Eu tinha 11 anos nessa altura, incluindo-me à tangente nessa definição.
Com efeito, há factores históricos que marcam gerações. Há a geração do “Maio de 68”, há a geração “Woodstock”, tal como em Portugal há a geração da “guerra colonial”, do “25 de Abril”, ou a citada “rasca”. Estes últimos não conhecem valores, ideais, já não conheceram a guerra e tiveram uma infância cheia de televisão. Não sei se a televisão está hoje mais violenta do que nos finais dos anos 80, inícios dos 90. Na altura, eu preocupava-me pouco com isso, tal como as crianças de hoje certamente se preocupam mais com o que vai acontecer amanhã na Floribella ou nos Morangos com Açúcar do que com o conflito no Líbano ou com a sucessão de Fidel Castro em Cuba. As crianças vivem o seu momento enquanto o mundo vive o seu. E na infância, os bons são sempre bonitos e os maus sempre feios e torpes — como na realidade, claro. Certo é que o que eu via, tenho hoje consciência disso, transmitia valores sólidos, além de conhecimento.

Vem toda esta teoria a propósito de um regresso ao meu momento infanto-juvenil, possibilitado pela internet (principalmente do sítio Mistério Juvenil e do blogue Os Verdes Anos). E aí redescobri parte da infância, pelo menos com o genérico de algumas séries que me fizeram. Sim, sem exagero: fizeram-me, porque sempre me ensinaram alguma coisa. Por exemplo, Os Três Mosqueteiros ensinavam na música do genérico que D’Artagnan “vai viver a lutar para fazer melhor o amanhã; vai querer na vida um lugar” e “aprender que pela amizade vale a pena alguém viver; só com amigos é que é bom viver, só com amigos é que é bom brincar”. Outro marco foi Tom Sawyer, recentemente reeditado e vendido em DVD. A juntar a isso o facto de estarmos perante a boa animação nipónica.
Outra série imperdível era D’Artacão e os Três Moscãoteiros, cujo genérico, lembro-me, tinha um letreiro que declarava o claro objectivo dos desenhos animados em mostrar aos jovens os valores da honra e amizade.
Já a Rua Sésamo prendia-me à televisão duas vezes ao dia — via a repetição (precisamente em 1994, senhor Silva).
Havia, naturalmente, ainda outras séries, mas fica a amostra, desta e de outras, nas ligações seguintes:
  • Rua Sésamo;

  • Os Três Mosqueteiros;

  • D’Artacão e os Três Moscãoteiros;

  • Tom Sawyer;

  • Thundercats;

  • Justiceiro;

  • Bia, a Pequena Feiticeira.

  • Pronto, são algumas das minhas lembranças da juventude. Ainda assim, fui, juntamente com a minha geração, apelidado de rasca. Mantêm a sentença?

    [Obrigado, Isaltina.]

    *Vicente Jorge Silva continua deputado do PS e é co-autor do blogue Causa Nossa.


    publicado por Ricardo Nobre às 10:20 | referência | comentar | ler comentários (3)

    Quando fui comprar o passe esta manhã, lá encontrei um prospecto raquítico a dar conta das alteções do serviço da Carris: Rede 7. Os senhores do “marketing” lá estão, a dormir, até porque aquele logótipo é indescritível.
    Mas o que interessa é que as alterações nem me pareceram mal. No entanto, o problema não sou eu, que sei e consigo ler letras miudinhas como aquelas e conservo ainda a capacidade de compreender um mapa. O problema serão os clientes com mais idade, que mesmo sem estas alterações (tantas de uma só vez!) já mal entendiam o serviço e tão facilmente se baralhavam. Tal é o caso, como já disse no outro texto sobre este tema, de pequenos desvios por causa das obras (e.g., os autocarros que saem da rotunda do Marquês de Pombal para circular na Av. Fontes Pereira de Melo fazem um desvio pela Duque de Loulé e têm paragem na Camilo Castelo Branco). A juntar a tudo isto, o facto de os números deixarem de ser, por exemplo, 1, para passar a ser 701... Não sei se não havia alternativas.
    Mas repito: fora estas questões de publicitação e divulgação, o que vi não me pareceu mal. Aguardem por relatos de problemas...
     
    PS: As alteações já estão disponíveis em linha: http://www.carris.pt/


    publicado por Ricardo Nobre às 10:02 | referência | comentar

    Quarta-feira, 30 de Agosto de 2006

    O que é a vida? O que é o prazer, sem a dourada Afrodite?
    Que eu morra, quando estas coisas já não me interessarem:
    o amor secreto, as suaves ofertas e a cama,
    que são flores da juventude sedutoras
    para homens e mulheres...

     

    Mimnermo, fr. 1 W


    publicado por Ricardo Nobre às 22:12 | referência | comentar

    Não sendo leitor, é sempre mau que o INDEPENDENTE feche.
    Depois de O Comércio do Porto, depois de A Capital, é a vez deste semanário. Será que é para abrir espaço ao SOL?


    publicado por Ricardo Nobre às 16:30 | referência | comentar | ler comentários (1)

    Cheio de erros ortográficos, de publicidades do Google, de informações relativas à programação erradas, sem actualização de conteúdos suficiente: é assim o sítio da Internet da televisão pública portuguesa.
    Se comparado com o monumental da televisão britânica, temos um sítio que é uma formiguinha ao pé de um elefante. E esse elefante tem:
    - uma página especial para cada género de programa, para a televisão e para a rádio (sendo o que vem em linha muitas vezes o complemento ou a possibilidade de revisitar o que foi para o ar);
    - uma página para (quase) cada programa, com sinopses, fotografias, informações sobre personagens, curiosidades...;
    - um dos serviços noticiosos mais importantes do mundo (rádio, televisão e escrito na Internet);
    - páginas especiais para história, música, saúde e bem-estar, línguas, crianças etc. (veja-se isto, a título de exemplo);
    - páginas especiais dedicadas à sua história, onde se pode ver e ouvir momentos imperdíveis da rádio e televisão britânicas;
    - muitas coisas mais, porque o sítio da BBC é um mundo: e tudo isto numa actualização permanente de conteúdos.
    Todo o universo BBC é fascinante. O da RTP chega a ser repugnante.

    Mesmo quando o sítio da RTP parece seguir alguns dos princípios enunciados para a BBC, é tão confrangedor de pobrezinho... que nem tenho palavras.
    No entanto, nem tudo está perdido. Agora temos alguns excertos do Gato Fedorento para ver (imagem má, som péssimo, mas boa intenção)!
     
    PS: Infelizmente, o que se verifica na Internet é mais ou menos o que se verifica na própria televisão e rádio públicas: programas pobres, sem interesse, sem relevância cultural... não se conhece um documentário da RTP (salvas raras excepções, como a Crónica do Século, mas onde está a Ciência?), são muito raras as séries de qualidade, poucas as adaptações de obras literárias portuguesas, a informação é sensacionalista, cansativa (continuamos com uma hora de Telejornal)... Até quando?!


    publicado por Ricardo Nobre às 10:07 | referência | comentar

    Terça-feira, 29 de Agosto de 2006
    Não consigo concordar com a participação de tropas portuguesas no conflito do Médio Oriente. A mesma União Europeia a que nos propomos ajudar vai ser a mesma que nos vai “puxar as orelhas” por sermos um “mau aluno” nas disciplinas de “Controlo das Contas Públicas” e de “Défice só abaixo dos 3% do PIB”.
    GNR em Timor? Sim. Motivo: História.
    Tropas no Líbano? Acho que o que o governo apenas quer mostrar que ainda temos forças armadas — mas só o podem provar se aparecermos. Continuo sem ver vantagens em gastarmos dinheiro com quem tem muito (ONU, EUA, UE).
    Olhem para a quantidade de pobres que temos em Portugal: ajudem-nos cá, antes que desapareçamos e depois é que não se pode ajudar ninguém.


    publicado por Ricardo Nobre às 10:12 | referência | comentar

    Faz hoje um ano que Nova Orleães foi atingida pelo Furacão Katrina. É-me agora dado a conhecer que a cidade está-se a reconstruir a um ritmo considerável. Há escolas e hospitais ainda fechados, mas a população diminuiu na ordem dos 50%. Um ano e os diques também estão praticamente prontos. Claro que temos de ter em conta a solidariedade do país e ter em consideração que os EUA são um país poderoso e rico. Mas um ano passou e a cidade de Nova Orleães já recomeçou a respirar o jazz da sua vida (nem que seja nas roulottes).
    Não me perguntem porquê, mas este primeiro aniversário do Furacão Katrina lembra-me o dia 25 de Agosto de 1988. Precisamente nesse dia teve início um incêndio numa loja da rua do Carmo em Lisboa, alastrando a toda a rua, à rua Nova do Almada e Garrett, acabando por destruir completamente os Armazéns do Grandella e muitos edifícios do século XVIII.
    É triste, mas só há pouco tempo a rua do Carmo foi desocupada de um enorme estaleiro de obras. Outras continuam, mas pouco — a maior parte das vezes estão paradas. O Chiado foi-se abaixo, tendo encontrado nova vida com a abertura dos Armazéns do Chiado, e de lojas de marcas conhecidas. Não é suficiente. A miséria impera. Pedintes, muitos deles impertinentes, grafitti, degradação mesmo nos edifícios reconstruídos ainda são uma imagem bem presente.
    Às vezes gostava que os portugueses tivessem o desembaraço dos americanos. E o sentido de história (mesmo que a deles seja pequenina).


    publicado por Ricardo Nobre às 08:32 | referência | comentar

    Segunda-feira, 28 de Agosto de 2006
    A 58.ª (quinquagésima oitava) Edição dos Prémios Emmy terminou ontem.
    Dos vencedores, conheço pouco — o que só mostra o meu interesse actual pela televisão. Mas quero ver Elizabeth I, naturalmente.


    publicado por Ricardo Nobre às 10:23 | referência | comentar | ler comentários (1)

    Alterações das carreiras da Carris (por divulgar junto do público, ainda que tenham efeito brevemente)

    São suprimidas aos fins-de-semana, feriados e no serviço nocturno:
    39 Marvila — Marvila
    65 Av. Colégio Militar (Metro) — Cemitério de Benfica

    ACABAM:
    33 Campo dos Mártires da Pátria — Cemitério de Benfica
    43 Cais do Sodré — Buraca
    63 Cidade Universitária — Alto da Damaia
    85 Poço do Bispo — Estação de Benfica
    105 Martim Moniz — Quinta do Morgado
    113 Marquês de Pombal — Estação de Campolide
    114 Parque das Nações Sul — Parque das Nações Norte
    115 Amoreiras — Bairro Padre Cruz

    MUDAM percursos, terminais ou horários (dispõem-se os antigos):
    1 Charneca — Sete Rios
    8 Martim Moniz — Moscavide Centro
    10 Praça do Chile — Estação do Oriente
    11 Praça do Comércio — Damaia
    13 Praça do Comércio — Serafina
    14 Praça da Figueira — Outurela
    18 ISEL — Campo de Ourique
    20 Alto de Santo Amaro — Picheleira
    21 Saldanha — Estação do Oriente
    23 Desterro — Algés
    27 Restelo — Estação de Roma-Areeiro
    29 Algés — Bairro Padre Cruz
    31 Praça de Espanha — Moscavide Centro
    32 Caselas — Hospital de Santa Maria
    38 Calvário — Quinta de Barros
    42 Casalinho da Ajuda — Bairro Madre Deus
    49 ISEL — Restelo
    55 Av. Paulo VI — Sete Rios
    59 Restauradores — Bela Vista
    67 Areeiro — Estação da Damaia
    68 Estação do Oriente — Quinta do Olival (ou Cemitério de Carnide)
    100 Palácio de S. Bento — Gomes Freire
    103 Marvila — Estação de Roma-Areeiro
    104 Santos — Bairro da Flamenga
    109 Colégio Militar (Metro) — Alfragide Norte

    A alteração de 40% da rede da Carris resulta de um “estudo”, começado há três anos e está prevista entrar em vigor dia 9 de Setembro, depois de ter sido anunciada para Agosto, e não tem tido qualquer publicitação junto dos utentes (muitos deles já confusos pela alteração de percurso, temporária, por motivo de obras). Denomina-se “Rede 7” (a nova numeração terá um 7* antes do número da carreira, que passa assim a “setecentos e...” — sem dúvida um facilitador para quem já não via um dígito na frente do autocarro). O anúncio oficial acontece amanhã. A Câmara de Lisboa já fez o seu dever e votou contra este plano.

    * O número sete é muito profícuo nos transportes de Lisboa. Já há o “Sete colinas”, o que mostra que os sujeitos do “marketing” têm pouca imaginação. Claro que também pode acontecer o sete estar relacionado com a quantidade de estúpidos pessoas, que sugere alterações sem ter em atenção a especificidade de cada carreira (quem anda nela, para onde vai, quando vai). Mas reflicta-se nisto. O cartão chama-se Sete Colinas, o passe chama-se Lisboa Viva... o que é que esses nomes têm que ver com aquilo para que servem? Um parece um cartão para fazer alpinismo e o outro tem um nome tão estúpido e com falta de imaginação que nem comento.


    publicado por Ricardo Nobre às 09:55 | referência | comentar | ler comentários (1)

    Domingo, 27 de Agosto de 2006
    Vi há bocado no Jornal das 9 da SIC Notícias uma notícia que me preocupou. Agora nos autocarros da Carris não temos de ter apenas “cuidado com os carteiristas”, é preciso também ter cuidado com o motorista. Um motorista do 12 agrediu uma passageira por ela ter repreendido o seu comportamento: o motorista estava a fumar dentro do veículo, o que, como toda a gente sabe, é expressamente proibido. O motorista, ouvido pela mesma estação, disse que se limitou a convidar a senhora a sair. Foi um convite que redundou num traumatismo craniano, e uma ida às urgências do Hospital de São José.
    Como utilizador da Carris, espero que a companhia aja em conformidade e retire de circulação esse selvagem.


    publicado por Ricardo Nobre às 22:28 | referência | comentar | ler comentários (1)

    “Caos na Liga”. É este o título escolhido pelos nossos jornalistas para referirem a situação que atrasa o início do campeonato a duas equipas (e às que com eles jogariam). “Caos” é isso? Confusão em DUAS (2) equipas? Isto não é sensacionalismo? Parece que toda a liga padece do mesmo mal...
    Usem-se títulos como “atraso na liga”, “impasse no início da liga”... agora “caos”... Qualquer dia ouço na TSF “o trânsito está um caos no acesso à Ponte 25 de Abril” quando estiverem dois carros parados na portagem. Talvez seja por dois ser o número do Caos que o Continente abre uma nova caixa se houver duas pessoas à nossa frente.


    publicado por Ricardo Nobre às 18:30 | referência | comentar | ler comentários (2)

    Parece que sou o único que ainda não deu a sua opinião quanto à despromoção de um dos clubes envolvidos no “caso Mateus”. O motivo do meu silêncio é óbvio: não sei o que é o “caso Mateus”, apesar de ouvir em todas as notícias que é um “caso famoso”. Para mim, famoso é o “caso Casa Pia”, não é o “caso Mateus”. Mas fora de confusões, prometi dar a minha opinião.
    Começo com o Gil Vicente. Sempre gostei de Gil Vicente. Um adolescente gosta sempre de encontrar linguagem desbragada no meio de conteúdos mais sérios e chatos de funcionamento da língua. E Gil Vicente, sendo tão velhinho, continua tão actual... Mas a idade não é um posto. Que o diga o senhor Fernão Lopes, que também foi despromovido dos programas de Português. Mas a despromoção do Gil Vicente é feita em favor do Camões (para ser do Belenenses deve ser da família do velho do Restelo). Não há lugar para os dois na primeira liga do ensino. Mas quem é o poeta nacional? O dia de Portugal não era também o dia de Camões se não fosse ele o principal. Que eu saiba, não há nenhum dia mais importante do que o dia de Camões — e principalmente não há nenhum dia de Gil Vicente.
    Depois, os jornalistas... são eles que passam a notícia das reivindicações dos clubes respectivos dos dois escritores, que agora querem a intervenção do ministro do desporto. E a ministra da Educação, está de férias agora? O que tem ela a declarar?
    A minha opinião quanto à polémica do momento está dada, só não sei que obra literária escreveu esse tal Mateus.

    PS: É óbvio que isto é tudo um bocado a brincar. Mas é também um bocado sério. Não me lembro de ter ouvido qualquer órgão de comunicação social a falar da despromoção de Fernão Lopes, Gil Vicente ou mesmo Camilo Castelo Branco dos Programas de Português. E no entanto faz-se do atraso no início do campeonato um assunto de Estado. E já antes Gil Vicente e amigos tinham sido relegados para a liga da Literatura Portuguesa, disciplina de carácter ancilar no âmbito geral do ensino secundário. Esperemos que todos quanto a tenham possam desfrutar deles. Afinal, Quem tem farelos?


    publicado por Ricardo Nobre às 09:10 | referência | comentar | ler comentários (1)

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